31 de julho de 2015

Faz hoje 2 anos...

... que eu fui operada ao coração, a primeira vez no meio de alguma aflição e sofrimento, no dia 5 de Agosto foi a segunda operação. Duas operações seguidas e muito sofrimento e um sorriso cada vez que me lembro do que me disse o médico que me operou "caramba miúda quase que "escorregavas" de vez mas nós não deixamos".
Se à dois anos alguém me tivesse dito que eu ia estar assim como estou hoje em dia, bem com certeza que não iria acreditar.
Foi sofrimento a mais, lágrimas, dores, receio, dificuldades, nos primeiros tempos chorava sem parar porque não via melhoras nenhumas, continuava a sofrer dia atrás de dia, graças a Deus as coisas começaram a endireitar e hoje olho para trás e vejo que esse sofrimento não foi em vão, que afinal valeu a pena tudo o que passei.
Hoje olhando para trás, consigo ver as diferenças e as batalhas que fui vencendo, perdi 14 kg, não tenho tanta falta de ar, apesar de não poder exagerar nos esforços, adquiri hábitos de vida mais saudáveis e melhor que isto tudo, sinto-me bem, bem melhor do que andava antes de ser operada.
Sigo os meus tratamentos, consultas, control de sangue, tudo direitinho, não suporto pensar que possa ter que voltar ao hospital, ganhei uma espécie de medo,... isto é piadético para quem anda no hospital desde os 10 anos mas é verdade... alergia ao hospital e às urgências, uma das minhas médicas diz com frequência "aquilo é que foi um susto jeitoso, quem diria que tu agora até tens medo de ir ao hospital" eu sorrio e digo "nada disso" e ela diz "se eu não te conhecesse"... costumo dizer, não é medo, é receio.
Não quero por nada deste mundo voltar a passar o que passei e o que estiver ao meu alcance para não chegar a tal situação eu irei fazer... quer dizer eu nunca tive culpa pelo que aconteceu, se aconteceu foi porque tinha que ser, pelo menos penso assim.
Então um brinde a mim por não ter "escorregado de vez" e ainda cá estar a meter algum nojo ;) 

30 de julho de 2015

Realidade...


29 de julho de 2015

Só no final de Setembro, menina...

Vi estes dias que ia sair o livro IV da trilogia millennium, que se chama "A rapariga apanhada na teia de aranha", e como gostei imenso dos outros pensei logo quero já ler este, mas depois é que percebi que ele só sai no dia 29/09 e fiquei  a modos que meia deprimida... mas quando sair vou ler isso não existe qualquer dúvida.
Alguém já leu os livros anteriores, "Os Homens Que Odeiam as Mulheres", "A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo" e "A Rainha no Palácio das Correntes de Ar", eu adorei os três livros e já cheguei a ver o filme dos dois primeiros, na verdade nem sei se saiu em filme o terceiro livro... daqui a pouco até vou investigar isso. 
Gostaram dos livros das trilogias ou dos filmes? 

28 de julho de 2015

"Ponto de origem" de Patrícia D. Cornwell...


"Kay Scarpetta, médica-legista chefe da Virginia e protagonista de eleição desta senhora do thriller, regressa em mais um episódio da sua luta contra o crime. Alguém com quem tinha privado durante um certo tempo no seu passado (ver «A Quinta dos Cadáveres», Colecção «O Fio da Navalha», nº11), e que afinal se tinha revelado uma perigosa e astuta serial killer, volta a ensombrar a vida da médica-legista. Agora internada numa instituição psiquiátrica, e passados cinco anos, Carrie envia uma mensagem críptica, cujo ameaçador significado a investigadora e o companheiro, Bentley, captam plenamente. Patricia D. Cornwell atinge o seu melhor no tratamento do factor complexidade das personagens e na mestria com que entrelaça o enredo policial com as histórias pessoais. Uma série de estranhos crimes mascarados por fogos postos revelar-se-á como um cerco tenebroso que se aperta em torno de Scarpetta e daqueles que ela mais ama, culminando tragicamente num dos acontecimentos mais dolorosos da sua vida. A qualidade muito própria da escrita de Cornwell invade de forma empolgante toda a narrativa, criando situações cheias de vivacidade que resultam fortemente apelativas para o leitor. «Ponto de Origem» reconfirma uma escritora já mundialmente consagrada, dando-nos a medida da sua capacidade de transcender os limites do género e criar um retrato genial do lado mais obscuro da natureza humana."


Finalmente acabei de ler o livro, gostei mas não foi nada por aí além.
Na minha opinião o livro "embrulha" muito a história e depois assim de repente acaba, daí eu ter demorado mais tempo a ler.

27 de julho de 2015

Não acredito...

... naquelas pessoas que "mudam" do dia para a noite, é tudo muito repentino, tudo muito forçado, ninguém consegue mudar tanto assim de repente, não me venham com histórias.

24 de julho de 2015

A incompreensão das pessoas...

Nem acredito que ainda existem pessoas que são capazes de me deixar a olhar e a pensar "não é possível".
Ontem fui fazer um exame ao hospital um tac e qual o meu espanto quando me deparo com gente tão tapada e egoístas que não conseguem compreender que se entra alguém da urgência com pulseira cor de laranja que tem prioridade sobre quem esta com o exame marcado.
Mas e as pessoas entenderem isto??? É difícil... fiquei sem perceber se fazem de proposito, se são tapadinha e ao fim de 5 ou 6 explicações da mesma coisa continuam a bater na mesma tecla ou se simplesmente são arrogantes ao ponto de não quererem entender e só saberem mandar vir.
É cansativo... depois dizem que o pessoal que trabalho nos hospitais são estes e aqueles, as pessoas abusam da paciência até de um santo.
Uma miúda arrogante do pior que já vi em toda a minha vida... que para ser sincera até me deu vontade de a abanar e lhe pregar um belo par de estalos pelo excesso de arrogância e falta de educação... tratou o senhor da secretarias as auxiliar e até mesmo a responsável pelo serviço de radiologia pior que sei lá o que porque o pai já é idoso e estava à 6 horas sem comer e que ninguém o ia passar à frente independentemente se tinha ou não pulseira de que cor fosse e viesse da urgência... mas passaram e muito bem se são casos de urgência tem todo o direito de o fazer, afinal de contas as regras são essas.
Outra foi ter com uma senhora que estava lá com o filho a rapariga trabalha no hospital e o filho estava com pulseira laranja, a rapariga não podia cumprimentar as pessoas conhecidas que lá trabalham que o raio da outra fulana levantou-se veio ao pé dela e disse "a que horas tem o exame marcado, diga que quero saber, diga" e eu ao lado sentada só pensava "ai f.... isto é só tolos" a rapariga que estava com o filho educadamente disse que o filho tinha pulseira laranja... coisa que nãos e via porque o rapaz estava de casaco e que depois o tirou o casaco e verificou-se isso mesmo... a rapariga pediu à funcionária que fosse explicar à senhora como funcionava e a pobre funcionária pela milésima vez explicou tudo do início.
Ai senhor esta falta de compreensão, esta mania de armarem um chiqueiro por tudo e por nada é daquelas coisas que me faz uma confusão do c... é que quando as pessoas devem falar calam-se muito bem caladinha e por outras coisas sem sentido armam logo uma tenda.
Aquilo é saturante desconfio que se tivesse no lugar dessas funcionárias/os, me parava o cérebro e me passava da cabeça, é que repetir sempre a mesma coisa, cansa e torna-se chato.
Parece mentira mas é verdade o ser humano as vezes é irritante.

20 de julho de 2015

Finalmente...

... ao fim de 20 anos consegui ceder ao receio, ao frio, a essas coisas todas e tomar banho no mar de Espinho, quem conhece sabe que habitualmente a água esta sempre gelada, mas ontem não, até estava agradável e pronto lá fui eu.
Foi com o meu irmão, o meu sobrinho, o T. e as minhas miúdas a J. e a S... foi engraçados vê-los parecem criancinhas dentro de água super felizes, uns perfeitos patinhos.
Quando voltei para a toalha para me secar deu-me uma espécie de melancolia dos tempos em que era mais nova e não havia água fria, estava sempre ótima e que se viam desgraçados para me tirar de lá... ai saudades desses tempos.

17 de julho de 2015

A minha grande vontade era...

Mandar algumas pessoas que conheço ao raio que as parta.
Existe gente que abusa da paciência e boa vontade dos outros e ultimamente é isso que tenho sentido... usam e abusam do que ainda restam da minha paciência.
A minha vontade era encarar as pessoas em questão, mas estou numa fase... dizem que a culpa é dos trintas... em que respiro fundo e tento não dar valor nenhum à cena, o problema é que vou acumulando tipo saco do lixo e por não querer falar nem me chatear, começo a ganhar "sisma" se assim se pode chamar a essas pessoas, ou seja, faço tudo para não as ver, não ter que falar com elas... tudo o possível para não me chatear... uma pessoa bem quer andar na onda do relaxamento, mas tem que vir sempre umas pragas estragar as coisas.
Tem dias que é complicado, muito complicado, mas que dava vontade de enfiar umas quantas pessoas num contentor e envia-las para o fim do mundo só com bilhete de ida, ai isso dá.

16 de julho de 2015

Sobre o fim de semana...

Pois na sexta feira lá fomos jantar ao Sushi&Douro... é só clicarem no link... e aquilo não é bom, é excelente, desde o sushi... também tem outros tipos de comida sem ser sushi... que estava delicioso, passando pelas instalações que são muito bonitas ao atendimento que é excelente, muito simpáticos e prestáveis, fiquei a adorar.
Depois na sexta também começou a festa das tasquinhas aqui na terra, foi sexta, sábado, domingo e segunda... graças a deus que já acabou.
De resto tenho andado um bocadinho ocupada, daí não aparecer por aqui.

9 de julho de 2015

Este ano não me esqueço...

Que amanha faz 4 anos que começamos a andar... eu e o T... todos os anos nunca me lembro de nada, mas este ano não me vai escapar.
Geralmente as mulheres é que decoram as datas disto e daquilo, mas infelizmente não é o meu caso... eu sei é deprimente mas é a verdade.
Por isso amanha ao fim do dia vamos jantar e tentar este ano, porque os outros anos todos eu falhei, tornar este dia um dia especial e diferente, a ver vamos, como as coisas vão correr.

8 de julho de 2015

"Apenas um olhar" de Harlan Coben...


"Dos Estados Unidos chega um novo policial do consagrado Harlan Coben. Vencedor dos mais prestigiados prémios literários e aclamado mundialmente pela crítica, Coben é um autor de referência no género. Grace Lawson recupera um antigo álbum de fotografias de família mas subitamente depara-se com um retrato tirado há vinte anos atrás em que se vislumbram cinco pessoas. Grace não reconhece ninguém à excepção de um homem muito parecido com Jack, o seu marido. Intrigada, mostra o retrato a Jack que imediatamente nega qualquer semelhança. Nessa noite, Jack desaparece sem deixar rasto durante vários dias levando com ele a fotografia. Após a recusa de ajuda por parte dos vizinhos e da polícia, Grace inicia uma viagem pelo passado, a única forma de recuperar o marido. Pleno de suspense, acção e intensidade é uma obra que agitará o universo dos leitores."

Sobre este livro posso dizer que foi uma enorme surpresa, nunca tinha lido nada do Harlan Coben o que me fazia estar um bocadinho com o pé atrás, mas logo nas primeiras páginas deixei esse receio para trás e deixei-me levar por esta história agitada e louca.
Gostei imenso, fiquei com imensa curiosidade para voltar a ler mais qualquer coisa deste escritor.
Se pensam que este livro é daqueles que a gente esta a ler e vai no meio e já consegue quase "adivinhar" o final esqueçam isso, é que o fulano não deixa que se perca o ritmo e o entusiamo do enredo e o final não é assim tão previsível como possa parecer, muito pelo contrario deixa uma pessoa de boca aberta a pensar "não pode ser", mas pode sim.... agora é que pode.

6 de julho de 2015

1º dia de praia...

Fugi do sol o máximo que pude, coloquei protetor solar 50+ não sei quantas vezes... porque eu sou branquinha e também não devo de apanhar grande sol, ordens médicas... e alguém consegue imaginar onde é que apanhei um escaldão daqueles sérios?
Nos pés... ora nem mais, nos pés, e que fique explícito que estive com os pés semi enterrados na areia.... tá bonito, tá.

1 de julho de 2015