Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

"O meu nome é Alice"...

"Alice Howland, uma mulher de 50 anos, com um casamento feliz e três filhos já adultos, é uma reconhecida professora universitária de linguistica que começa a esquecer palavras... Quando lhe são diagnosticados sinais prematuros de Alzheimer, Alice e a sua família vêm os seus laços arduamente testados. A luta de Alice para manter a ligação à pessoa que sempre foi é assustadora, comovente e inspiradora." Assustadoramente real e comovedor. A minha avó paterna tinha Alzheimer ... embora naquele tempo eu fosse pequenina tenho vários episódios de momentos menos bons que aconteceram gravados na memória. O que senti ao ver este filme é algo que quase não consigo colocar em palavras. Deve ser triste uma pessoa ver a vida a desaparecer aos poucos. Ficou mais do que provado que o prêmio de melhor atriz entrega a Julianne Moore foi mais do que merecido, é uma mulher linda, bonita e elegante e a sua prestação foi fantástica. 

Sobre a Júlia Pinheiro...

Das duas três ou tem muito photoshop ou então anda para aí alguma alma parecidinha com ela. A sessão da revista está linda, secional, mas para quem a vê todos os dias no seu programa existem pormenores que não se enquadram. Sou admiradora do trabalho dela e dela como pessoa, mas a pessoa que vemos na revista transporta uma jovialidade que ela não demonstra minimamente no dia a dia. Ainda não li a reportagem, mas depois de ver as imagens que traz só me resta perguntar: onde anda esta Júlia Pinheiro com este tão bom aspecto todo hmmm???

Estão malucas estas mulheres...

Se calhar o "estão tolas" tinha sido a escolha mais correta para o título deste post.  Conheço umas senhoras bem mais velhas do que eu que foram ver as cinquenta sombras de Grey e ficaram malucas, ninguém as aguenta, afirmam até que vão ver outra vez ao cinema. Perante tanta convicção e tanta histeria perguntei qual o motivo para ficarem assim não malucas da cabeça e deram-me como resposta "tudo, o ator as cenas, o filme" e eu só disse "hmmm" ... que fique bem explicito que eu não sou nenhuma tarada, que não levo nem dou porrada a ninguém, mas o filme não me deixou assim tão maluquinha como esta gente que conheço, chego à conclusão que a culpa é da menopausa... elas estão nessa fase, só pode ser não encontro outra explicação possível para tanta histeria e javardice, parecem aquelas miúdas na fase da adolescência, Deus me livre, ninguém pode com tanto ... eu que as ature ... deve ser castigo só pode.

É que nem a avisar...

No tratamento como não jantamos dão um lanche. 1 ou 2 pães com fiambre ou manteiga e café, galão ou chá. Como gosto muito de chá optei pelo chá, sem açúcar, sendo que quando uma pessoa esta internada no hospital e o único chá que nos dão é chá de cidreira, enjoei bastante e só o cheiro já é capaz de deixar o meu estomago as voltas. Na clinica as auxiliares sabem disso e a maior parte trazem um chá qualquer menos o de cidreira. Uma das auxiliares uma vez veio à minha beira e disse "a outra auxiliar falou qualquer coisa de ti e do chá e já não me lembro" e eu disse "qualquer chá menos o de cidreira e sem açúcar, pode ser por favor" e levo como resposta "sim, claro que sim menina, vou já tratar disso" Chegou a hora do lanche e o que foi que a santa me trouxe??? Adivinhem lá... Um pequenino esforço... Pronto eu digo... Chá de cidreira e não tinha açúcar tinha muitíssimo açúcar, optei por não dizer. Depois ela perguntou "tava bom o c...

"Namoro à Espanhola"...

" Um dos maiores sucessos espanhóis de todos os tempos. Um jovem andaluz, Rafa, conhece Amaia, uma mulher do país Basco, por quem se apaixona. Quando esta abandona Sevilha e regressa ao norte, Rafa decide ir atrás dela até à sua pequena aldeia mas para se aproximar da sua amada, terá de conquistar o pai da rapariga e isso significa fazer passar-se por Basco." Esta comédia foi bem divertida. De vez em quando gosto de ver uma comédia para desanuviar um bocadinho. A história em si é bastante engraçada e divertida pois na verdade eu não sabia que os sevilhanos e os bascos tinham este pequeno problema de não se darem muito bem, na minha opinião estão muito bem retratados neste filme. Tem alguns momentos um pouco mais sentimentalistas ... poucos mas tem... que faz uma pessoa pensar nas loucuras que se pode fazer por amor, coisa que eu não faria ... sim, sim vocês já sabem que eu sou pouco romântica e dada a essas coisa, que fazer, fui assim toda a vida não vai ser ag...

Fui ver as cinquenta sombras de Grey...

Eis as minhas conclusões: 1- Se o filme durasse mais 5 minutos eu adormecia , dormi mal a noite antes e estava cansada e o excesso da duração do filme estava a deixar-me com um sono enorme. 2- Não é assim tão mau como muita gente fala/escreve, mas também não é nada de especial. 3- Existem muitas falhas do livro para o filme , muitas mesmo. 4- Para quem não leu os livros pode ficar um pouco a "navegar" com o filme. 5- Gostei da banda sonora do filme. 6- A Anastasia, ou seja, a Dakota Johnson, é a única que esteve mais perto fisicamente da personagem que eu criei enquanto li os livros. 7- Fiquei desiludida com a escolha de algumas personagens. 8- Que fique de lição ... para mim claro... que não vou voltar a cair nas conversas exageradas dos/as puritanos/as ou dos que acham que aquilo é uma taradice sem limites, nada disso gente. 9- Vou ficar por aqui pelo comentários, acho que já deu para entender o que eu achei do filme.  Bom domingo!!!!!!

"O clube de elite"...

"Entre a elite privilegiada da Universidade de Oxford, "O Clube de Elite" conta a história de Miles (Max Irons) e Alistair (Sam Claflin), dois alunos do primeiro ano determinados a juntarem-se ao infame e restrito "Riot Club", onde as reputações podem ser construídas ou destruídas ao longo de uma única noite. "O Clube de Elite" realizado por Lone Scherfig , produzido por Pete Czernin e Graham Broadbent é baseado na aclamada peça de Laura Wade: "Posh" que estreou no Royal Court Theatre, em Londres, em 2010." Este filme para mim foi pior que um chapada e um balde de água gelada em cima de mim. Bem sei que existem exageros nas universidades, escolas e essas coisas, mas existir extremos desta maneira é que me fazem muita confusão. Não haver respeito e educação para com todo e qualquer ser humano, uma vez que ninguém é mais do que ninguém, fez-me pensar em muita porcaria ... sinceramente. O filme choca, pois mostra uma realidad...