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Mensagens

"Até que a morte nos separe" de Ana Teresa Pereira...

«Não podemos fugir... E no entanto, há momentos em que somos quase felizes, quando de olhos fechados as minhas mãos deslizam pelo seu rosto, num reconhecimento que tem sempre algo de milagre, quando lemos um livro juntos na cama, as faces encostadas, quando nos perdemos no corpo um do outro, quando nos encontramos a nós mesmos no fundo do copo um do outro. Somos quase felizes.Mas o fim é inevitável. Ambos o sabemos. Só não sabemos quando. Ou qual de nós o fará."Tell me you still love me like I love you".Quando o amor acabar...» Sinceramente, não achei nada de especial este livro. É justo que é fácil e rápido de ler, tem a letra grande, a linguagem é simples, mas a história em si para mim não foi grande coisa, não teve nada que me conseguisse "agarrar", "prender" à história,mas lá esta nem todos os livros podem ser assim. 

Ai mãe, mãe, mãe...

Ontem fomos a um funeral de um familiar do lado do meu pai. Ora eu não sou muito de ir a funerais, mas fiz questão de ir a este, pois dou-me muito bem com a esposa do senhor que morreu e também por ainda pertencerem à família mesmo que não seja a mais próxima. As tantas a minha mãe olha para mim e diz "ai rapariga vieste vestida toda de preto,credo". Olhei para ela e disse "não estou toda de preto, isto são calças de ganga, mas querias que eu viesse a um funeral de vermelho, rosa choque ou que?" "Ah é que à um tempo que perdeste essa panca ...a sério mãe???...  de te vestires toda de preto e hoje ao ver-te assim noto que pareces mais frágil, muito branca, com ar cansado, com olheiras escuras, olha nem te sei explicar o que vejo" Olha-me esta... olhei para ela e disse "pronto, chega, não digas mais nada que não é preciso"  Valha-me Cristo só faltou enterrar-me com o morto como se costuma dizer por esta zona "submete diabo". ...

"O amante Japonês" de Isabel Allende...

"Em 1939, quando a Polónia capitula sob o jugo dos nazis, os pais da jovem Alma Belasco enviam-na para casa dos tios, uma opulenta mansão em São Francisco. Aí, Alma conhece Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro japonês da casa. Entre os dois brota um romance ingénuo, mas os jovens amantes são forçados a separar-se quando, na sequência do ataque a Pearl Harbor, Ichimei e a família - como milhares de outros nipo-americanos - são declarados inimigos e enviados para campos de internamento. Alma e Ichimei voltarão a encontrar-se ao longo dos anos, mas o seu amor permanece condenado aos olhos do mundo.  Décadas mais tarde, Alma prepara-se para se despedir de uma vida emocionante. Instala-se na Lark House, um excêntrico lar de idosos, onde conhece Irina Bazili, uma jovem funcionária com um passado igualmente turbulento. Irina torna-se amiga do neto de Alma, Seth, e juntos irão descobrir a verdade sobre uma paixão extraordinária que perdurou por quase setenta anos.   Em ...

Sobre o tão esperado fim de semana...

Esta mais do que provado que eu não tenho força, nem pedalada para andar dois dias seguidos no passeio. Hoje é terça e ainda mal me seguro de pé, com tantas dores nos pés e nas pernas, que é para não dizer que tenho dores no corpo todo. Como já tinha dito andava com o nariz todo entupido, mas mais bonito de se ver foi os ataques de asma que tive no domingo, que se tivesse aqui pela minha zona bem tinha ido à urgência, mas como estava longe andei o dia todo quase sem conseguir respirar, descarreguei as bombas várias vezes, mas cada vez estava pior, confesso que houve um momento em que pensei seriamente que ia tombar para o lado, mas la andei feita peixe de boca semi aberta para disfarçar e sabe Deus como mesmo assim estava aflita, psicologicamente só pedia "ai meu Deus ajuda-me a chegar a casa mais ou menos bem". E cheguei quase a cair sem poder respirar, fui deitar-me e nem com 3 almofadas conseguia estar, acabei por ir para o sofá, que apesar de inclinar ligeirament...

É que era só o que me faltava...

Hoje entrei na mercearia e diz-me uma senhora "olha tenho que falar contigo" e lá disse "então diga lá". A senhora começou "vocês deviam de ter vergonha, venderam-me um fogão que não vale nada, enfarrusca-me as panelas todas e levaram-me um dinheirão para lá ir por aquela porcaria, uma pessoa quer ajudar os  vizinhos e eles são ladrões nunca mais lá compro nada nem o gás nem nada". Eu sorri e ela continuou "achas piada é?" E lá respondi "sim d.R acho piada por se estar a virar para mim quando eu já não trabalho lá à 7 anos, daí eu rir-me, de resto concordo plenamente com o que reclama, sempre foi assim "santos ao pé da porta não fazem milagres" já é bem antigo". Olhou para mim e disse "estas a falar a sério filhinha, já não andas lá à tanto tempo?" "É verdade olhe pergunte aí à minha mãe e à srª M". Só faltou a senhora por-se de joelhos a pedir desculpas. Pois é, pois é querem atrancar o céu ...

Que confusão que aqui vai...

Ultimamente só tenho tido pesadelos. São uns atrás dos outros, parece que nem de noite o meu cérebro para um bocadinho para descansar. As vezes quando tenho oportunidade ao fim de almoço, basta fechar os olhos 10/15 minutos e sentia-me rejuvenescida , mais ou menos isso, mas agora até nesses momentos tenho pesadelos. Um dos pesadelos que tive estes dias foi que tive um menino ... a sério????.. .mas  o meu problema  foi mesmo escolher o nome eu queria ou Sérgio ... que é o nome do meu irmão... ou Amadeu ... que é o nome do meu pai... em 32 anos é a primeira vez que sonho tal coisas e não me venham com a história do relógio maternal, que eu não sou dessas coisas. Ando cheia de frio e quando estou em casa o meu pai passa a vida a dizer "anda ai o invernos para trás e para a frente" . Tenho o nariz todo entupido, as dores de cabeça por causa disso nem se fala sequer, parece que vou explodir. É tudo muito bonito é mas com o Outono a chegar as coisas ficam complicadas...

"Primeiro, mataram o meu pai"...

Primeiro eu não sabia sequer que o filme foi realizado pela Angelina Jolie, foi uma surpresa para mim quando à pouco andava à procura do trailer para vos mostrar aqui e me apercebi disso. É um filme arrepiante, doloroso, que pelo menos a mim me deixou um pouco deprimida. Não estava a contar com tanto. Não tinha conhecimento desta história sobre o Camboja, nem do que passaram por causa dos khmer vermelho, que apenas sabiam explorar as pessoas com o trabalho bem como ensinar crianças inocentes a serem rebeldes e a lutar e a pegar em armas desde muito cedo. Ainda trago um aperto no coração desde quando vi este filme, acho que ninguém esta preparado para tanto em apenas num filme, muitíssimo menos numa vida real.