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Viciada sofre...

Eu sou uma assumida leitora viciada dos livros do José Rodrigues dos Santos. Vi algures pela net que dia 26/09/2020 sai o novo livro dele que se chama "O mágico de Auschwitz" , mesmo sem saber do que se trata, pois ainda não encontrei nenhum resumo, nem pré venda, apenas vi uma imagem, como é fácil de se ver já ando à procura de pré-venda do "desgraçado do livro". Muitas vezes digo, ah e tal não vou comprar mais livros, mas eu lá resisto ao facto de sair um livro novo do José Rodrigues dos Santos e ficar indiferente? Não né, é fácil de se ver que eu vou ter que o comprar. E não me venham cá falar de ebooks que eu gosto mesmo é do livrinho na mão e sentir as páginas e tal. Já tentaram convencer com o Kobo, mas sei lá acho a ideia interessante, mas um livrinho na mão dá outro sabor à coisa e é tempo em que não tenho um ecrã à frente, tenho papel, é diferente, não consigo explicar bem, eu amo livros, que fazer.

Daqueles clássicos que ficam...

Para sempre... Sou capaz de ouvir esta música vezes sem conta que cada vez gosto mais dela, não que tenha algum significado atribuído a algo ou a alguém, apenas porque simplesmente aprecio o cantor e os seus trabalhos. Sei lá, tem alma a cantar, deixa-me a pensar e a viajar.

"Encontro Fatal"...

Ora eu feita crente inicialmente até estava a pensar que este era um filme "levezinho" e tal para passar o tempo. Bolas lá para a cena, isto de "levezinho" não tem nada, foram várias as vezes em que quase me rebentava o coração. E pensar que na nossa sociedade existe gente assim, chega a provocar um certo arrepio na alma. É mesmo psicótico, não se lhe pode negar, mas também é interessante para que as pessoas vejam, que existe pessoal capaz de tudo nesta vida. Aconselho seriamente a verem este filme.

Já não existem cavalheiros...

Ontem fui ao supermercado buscar umas coisas que tinha em falta, como tal resolvi pegar num daqueles cestos para colocar as compras. Vi uma torre deles e tirei um e quando acabo de tirar os outros todos "pumba" tombaram todos encaixados uns nos outro eu pensei "oh Mary que belo trabalho e agora tens força para levantar isto?" e lá consegui levantar. Confesso que fiquei a olhar porque mesmo ao meu lado estava um rapaz viu a cena, viu que eu estava com dificuldades mas simplesmente ficou a olhar. Ficou ali ao alto a olhar para mim, quando eu consegui finalmente colocar a "torre dos cestos" em pé, sacudi as mãos, sorri para ele e disse "bolas já não existes cavalheiros uma pessoa aqui aflita e ninguém deita a mão". Olhou para mim ficou muito vermelho e eu virei costas. Ignóbil, idiota. Ninguém ajuda ninguém mesmo em nada. Estamos mesmo num mundo egoísta, vejam lá se lhe caia alguma coisinha se me ajudasse.

Custa-me admitir, mas é verdade...

 Até aos meus 10 anos, amava praia, era um autêntico peixe dentro de agua.  Depois surgiu esta doença maldita que me fez deixar de gostar de fazer praia, mas mesmo assim, não podendo estar exposta ao sol, nem a muito tempo na praia, adorava  ir sentir o cheiro do mar nem que fosse para ficar sentada no muro e muitas vezes arregacei as calças e fui molhar os pézinhos. Bem, até agora este ano não tive nada disto e por muito que me custe a admitir sinto uma certa tristeza. Nada ajuda, este maldito vírus em todo o lado, o meu carro está com a válvula entupida e o mecânico só vem em Setembro, logo não devo de forçar  carro, ele até ia, mas as tantas dava-lhe os 5 minutos e não trabalhava mais, mais vale não correr o risco, fico por casa. Mas é triste passares o mês de Agosto assim, mas tem de ser e não existe outra opção e depois as médicas estão sempre a pedir que permaneça em casa o mais tempo que poder, tenho exames muito importantes a fazer logo no início de Setembro ...

"Um dia naquele inverno" de Sveva Casati Modignani...

  "Numa grande mansão, às portas de Milão, vivem os Cantoni, proprietários há três gerações da homónima e prestigiada fábrica de torneiras. Aparentemente, todos os membros da família levam uma vida transparente, mas, na realidade, todos eles escondem segredos que os marcaram; existem situações que, ainda que conhecidas por todos, permanecem um tema tabu. Omite-se até a loucura de que sofre Bianca, a matriarca desta dinastia. Um dia, entra em cena Léonie Tardivaux, uma jovem francesa sem dinheiro e sem parentes, que casa com Guido Cantoni, o único neto de Bianca. Léonie adapta-se bastante bem à rotina familiar, compreendendo a regra de silêncio dos Cantoni. Isso não a impede de ser uma esposa exemplar, uma mãe atenta e uma gerente talentosa, que, com bastante êxito, conduz a firma pelo mar hostil da recessão económica. No entanto, também ela cultiva o seu segredo, aquele que todos os anos, durante apenas um dia, a leva a largar tudo e a refugiar-se no Lago de Como. Mais uma vez, Sv...

Pormenores giros...

  Dois dias diferentes. O mesmo céu, fascinante à sua maneira. As primeiras fotos foram tiradas do jardim que tenho cá em cima, as outras foram tiradas da janela da sala. Tenho várias fotos assim, quando vejo um céu diferente à noite, fico perdida a observá-lo através da câmara do telemóvel.  Ficam registos, lindos, diferentes do céu de tantos outros dias...