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Mensagens

"Primeiro romance" de Mazarine Pingeot...

"Agathe é uma jovem parisiense licenciada em Filosofia que rege a sua vida pela mais completa liberdade. Ela e o seu amigo Victor, com quem vive, formam o núcleo de um pequeno grupo boémio, uma elite intelectual oriunda de diversas camadas sociais. Os dois cultivam a paixão de criarem novos mundos e de inventarem novas regras: mas se Agathe consegue impor às suas paixões um rígido código de honra, já Victor se sente dilacerado entre o amor por Agathe e o amor por Susana, uma mulher mais velha, casada e com filhos, que conheceu em Londres. Uma mulher por quem Agathe, finalmente, será ela própria seduzida, só então descobrindo, numa espécie de passagem da adolescência para a maturidade, o que é impossível ser-se fiel e livre ao mesmo tempo." Inicialmente não estava a achar grande piada, uma vez que falava muito nas exageradas noites, recheadas de drogas, excessos de bebida, entre outras coisas. Houve um momento em que quase desisti de ler o livro, mas mesmo assim ...

Isto é tudo menos normal...

Em 32 anos é a primeira vez que deixo os meus bâtons labiais de proteger chegar ao fim dos fins. Nunca tinha realizado tal proeza. Este ano foi o ano.

Sobre o natal...

Ainda não comprei nenhumas prendas. O ano passado nesta altura já tinha tudo organizado demais, este ano esta difícil. Falta de vontade para, ir para o meio das confusões, de gastar dinheiro, de ideias ... e por aí fora. Atura-te Mary ... atura-te.

Teimosinha tenho que chegue...

Uma coisa é certa nunca neguei que não sou teimosa, porque sei muito bem que o sou, mas que fazer ninguém é perfeito. Sábado fui para o tratamento, correu tudo muito bem, não me senti mal durante o tratamento, estive bem disposta, apenas muito cansada. Vim para a sala de espera aguardar que o meu colega saísse, porque vimos juntos embora. Já estava na sala para aí à 25 minutos, mais coisa menos coisa. De  repente deu um, tipo "estalinho" no ouvido esquerdo, viro a cabeça de uma lado para o outro e vejo a sala de espera desfocada e a tremer. Pensei cá para mim isto deve ser uma tontura daquelas mais fortes e continuo ali sentada a ver cada vez mais as voltas, vai na volta lembrei-me de me por em pé, e lá tentei, primeira, segunda vez e é aí que reparo que a coisa estava mesmo mal porque nem em pé me segurava. Eu queria que aquilo passa-se, mas naquela fase entendi que tinha mesmo que pedir ajuda. Estava a vir um enfermeiro trazer uma colega à sala e eu queria...

Novo vício...

Comecei a ver por incentivo de um enfermeiro, dizia que era uma série porreira e que eu ia gostar. Pois bem, comecei a ver a série e agora não quero outra coisa. Outlander conta uma história épica adaptada da popular série de romances de amor e fantasia de Diana Gabaldon, que acompanha o drama de dois amantes de tempos diferentes. Pelos episódios que já vi estou a gostar, vamos lá ver como corre o resto, segundo o enfermeiro é cada vez mais divertido.

Um dos meus segredos...

Nunca o dei a conhecer a ninguém. Sempre que estou triste, em baixo, a passar uma má fase, principalmente a nível de saúde eu tenho um vício que me ajuda a acalmar, a pensar, a relaxar. Coloco aqueles concertos completos de final de ano ou homenagem do Roberto Carlos. Ninguém imagina como ouvi-lo me acalma, me ajuda a pensar melhor. Já existiram tratamentos em que eu não podia mais de maneira nenhuma, colocava os fones e começava a ouvi-lo, fecho os olhos respiro fundo e deixo-me ir naquele som. Nunca entendi bem o porque disto acontecer, mas que me ajuda muito lá isso ajuda. 

Oh gente mais complicada...

Sexta feira eram para aí 21h ligou-me a minha tia L. a única coisa que eu entendi durante 3m de chamada em que dizia para eu carregar o telemóvel da minha tia R. de resto não entendi nem mais uma palavra do que aquela alma estava a falar. Carreguei o telemóvel da minha tia R. e resolvi telefonar. Pois bem liguei tantas vezes e nunca dava para falar. As tantas digo eu na brincadeira aos meus pais e irmão que estávamos a jantar "ela é meia virada ainda vem por aí a pé nesta noite escura" . Passado um bocado tocam à campainha diz o meu pai "queres ver que é ela" eu abro a porta e vem ela aquela hora, uma escuridão que não se podia e vinha a falar aos "tropeções". Entrou na cozinha a falar alto e muito aflita ... eu só pensava fogo parece que matou alguém. Deu-me o  telemóvel, vi, voltei a fazer a chamada nada. As tantas disse "só existe uma solução que é desligar, tens aí o pin?" ... o que é que eu fui perguntar, começou que ...