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"Correr com tesouras" de Augusten Burroughs...


"Augusten tem doze anos e diversas obsessões: joalharia, decoração, penteados, roupa e luxo em geral. A mãe, aspirante a poetisa, está a atravessar um divórcio difícil. Quando o seu psiquiatra, o excêntrico Dr. Finch, sugere que seria melhor para ela «separarse » também do filho, ela não hesita. É assim que Augusten se encontra a viver no seio da estranha família Finch, onde a única regra é não haver regras: a árvore de Natal fica na sala durante todo o ano, o Valium é consumido livremente e, quando não há mais nada para fazer, pode-se sempre brincar com a velha máquina de electrochoques. Ao crescer numa família sem regras ou sem ter qualquer espécie de acompanhamento, Augusten aprende até que ponto a autonomia se pode tornar uma arma indispensável à resistência da sua sanidade mental. «Atrevido, louco, muitas vezes hilariante.» The New York Times «Belissimamente escrita, com um apurado sentido estético e humorístico, esta memória de uma infância traumática é irresistivelmente divertida e muito provocante.»"


Vejamos, se tivesse que seleccionar uma categoria para inserir este livro, sem qualquer dúvida que seria, "o que não quero fazer na minha vida, jamais, em tempo algum".
Não foi uma leitura fora de série ou até mesmo fantástica.
Houve um momento em que tive vontade de desistir, tantos eram os desastres e a loucura.
Acontece, quase como sempre, por capricho resolvi ler o livro até ao fim.
Não é assim nada de interessante, para ter estado 4 anos no top de vendas e ainda terem feito um filme, sobre ele, não sei como é, não vi, nem quero ver.
Mas sinceramente se tudo o que esta escrito no livro é real, o miúdo viveu sem dúvidas uma vida de loucos.
Este tipo de livros não é algo que faça parte das minhas preferências.
Assim sendo não vale a pena perderem tempo a lê-lo, podem confiar em mim.
Ficou muito além do que eu esperava sinceramente. 

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