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Mensagens

"É Urgente Amar" de Pedro Chagas Freitas...

  "O novo romance do autor bestseller. Nem todos os erros são errados. Foi o que ele lhe disse, as lágrimas de um nas lágrimas do outro, a janela do quarto do hotel aberta, os corpos suados à procura do repouso depois da loucura. É impossível ter-te mas é inaceitável não te ter. Ela limpou com a parte de trás da mão uma das suas lágrimas, depois com a boca as lágrimas dele, o vento a empurrar as cortinas do quarto, alguns segundos do mais doloroso dos silêncios. Destruía a minha vida toda por ti porque sei que sem ti tenho a minha vida toda destruída." Foi a primeira vez que li um livro do Pedro Chagas Freitas. Anteriormente apenas lia, algumas frases ou pequenos textos que ele ia publicando. Como o tema é o amor, nunca foi algo que me atraiu muito, até que fui desafiada por uma enfermeira amiga a ler este livro, que é dela. E li, li até ao fim, fez-me pensar muito, de todo o livro existiram dois textos que gostei imenso, os quais me identifiquei verdadeiramente, era como se ...

"Perdida"...

Uma mini série fenomenal na minha opinião. Simples mas com bastante conteúdo. Conta o lado da história de todas as personagens e realmente é admirável a luta dos pais pelos filhos, todos sabemos que a adopção é um tema bastante complexo e demorado. O final surpreendeu-me imenso, confesso, mas esta excelente. Adorei, pena não ter continuação, ia gostar de ver o que mais poderia acontecer.

Segundo teste do covid...

E segundo negativo, graças a Deus. Amanhã tenho que ir fazer uma endoscopia, logo hoje tive que ir fazer o teste. Correu bem, se formos pacientes e respirarmos fundo não custa tanto, tirei também sangue para controlar o Inr. Quer  a enfermeira que me fez o teste, quer a que colheu o sangue, muito simpáticas e profissionais e o melhor de tudo super rápido, graças à forma extremamente organizada da forma como estão a trabalhar.

Uma das coisas que eu mais detesto...

É ter que discutir, seja o que seja com alguém. Não gosto mesmo. Eu sou aquela pessoa que só quer paz e sossego, detesto que me venham chatear com discussões, não tenho "estofo" para isso e nem gosto sequer. Mas algumas pessoas parece que só vivem bem a discutir por tudo e por nada, até metem impressão.

Isso significará alguma coisa...

Ontem tive que voltar às minhas meditações, um pouco, mal feitas é verdade ... que entretanto começou a dar-me sono... mas senti necessidade de voltar a integrá-las na minha vida. Ultimamente tenho sentido que ando mais apreensiva, cansada, inquieta, tudo junto. Fiz uma meditação um bocadinho mal feita, mas fiz, tenho que voltar a dedicar nem que seja apenas 5 minutos por dia, tenho que concentrar-me na minha respiração, que ultimamente anda descontrolada. O nervosismo de tudo o que  tem acontecido esta a acumular de dia para dia, resta-me tentar combater um bocadinho que seja. Não está nada fácil para estes lados, mas também quero acreditar que é possível que melhore nem que seja um pouco. 

Juro que não consigo entender...

Qual é a dificuldade de algumas pessoas em entender a gravidade da situação que o nosso país está a atravessar. Não consigo compreender que atitude é aquela como a que vimos no fim de semana ao pé das praias. Se nos pedem para ficarmos em casa, é para ficarmos em casa, não é para arranjar pretextos e justificações para sair constantemente, e arranjar sempre desculpas para sair. Estamos todos cansados disto, isso é verdade, mas é necessário mais um esforço, e temos que ser todos a fazer esse esforço, só a união consegue vencer. O mais não seja parem para pensar em quem trabalha nos hospitais, no estado físico e psicológico em que essas pessoas estão, dia após dia e pensem também nos que estão em casa a muito custo a tentarem cumprir tudo o que lhes pedem. Custa? Custa Sim. É cansativo e deprimente? É sim senhora. Se sinto que a cada dia que passa tenho menos forças, um maior cansaço e um medo terrível de cair num hospital? Tenho sim, medo, muito medo, porque tenho plena noção que se c...

"Festa de família" de Sveva Casati Modignani...

  "É quase Natal. Em Milão, num restaurante da Piazza Novelli já decorado de forma festiva, a proprietária prepara-se para receber as habituais clientes das quintas-feiras. Andreina, Carlotta, Gloria e Maria Sole: quatro jovens amigas que a cada semana se permitem um momento de conversa fiada e confidências. Duas solteiras, duas casadas, todas se debatem com as dúvidas do coração: relacionamentos que as fazem infelizes, homens que após grandes declarações e presentes preciosos desaparecem ou entram no modo chinelo e pensam que o maior desejo de qualquer mulher é um robot de cozinha. Naquela noite, há um aniversário para comemorar. Mas há também uma confissão inesperada: Andreina está à espera de bebé. Com um novo ano em perspetiva, e enquanto procura um pouco de paz na bela Villa Sans-souci de Paraggi, que herdou da avó materna, Maria Sole relembra o grande engano que foi o seu casamento e questiona-se sobre como foi possível não notar que o marido não era o que parecia, mesmo con...