25 de setembro de 2018

Ai que susto que apanhei ontem...

Estava no tratamento, estava tudo a correr bem.
Comecei a sentir-me um bocadinho cansada resolvi parar de ler e optei por ligar o tablet e ver a série.
As tantas começo a sentir umas dores esquisitas.
Um desconforto a respirar e o coração a acelerar.
No meu pensamento só passava "calma Mary, calma, respira fundo, cheira a flor, apaga a vela, relaxa, esta quase a acabar (faltava 45 minutos, és mesmo estupida miúda desde quando 45 minutos é quase o final ein???) tem calma, pelas almas tem calma e respira fundo".
E assim estive até ao fim.
Perguntaram-me quando vieram desligar se estava tudo bem e eu só dizia que sim.
Eu queria era sair dai.
Não percebi muito bem o que se estava a passar, mas durante toda a viagem até casa e mesmo em casa estava a sentir-me cada vez pior, doía-me tudo mas principalmente o peito do lado esquerdo.
Até que decidi deitar-me... sim eu se estiver em casa e começar a sentir-me mal, opto sempre por me deitar, mais vale, pelo menos penso assim, não vá acontecer alguma coisa.
As tantas devo de ter adormecido.
Acordei com ar de quem andou na guerra toda a noite, branca como sei lá o que, cheia de olheiras e cansada como tudo.
Respirei fundo e disse "tens um monte de roupa para passar por isso trata de acordar para a vida" e assim foi, mas que o ferro hoje estava mais pesado do que nunca, lá isso estava.
É o ferro pesado e eu cansada.

24 de setembro de 2018

"Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei" de Paulo Coelho...


"Uma lição de vida, um incitamento a que se corram riscos para que o inesperado aconteça? 
Uma mensagem de fé: “Deus dá-nos todos os dias – junto com o Sol – um momento em que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes”? 
Um empolgante e belissímo relato, pelo sortilégio da pena de um escritor humano e espiritualmente tão forte como é Paulo Coelho, internacionalmente aclamado pela crítica."


Primeiro não achem estranho eu andar numa fase de ler Paulo Coelho, isto tem explicação.
São livros emprestados de amigas.
E esta a saber-me tão bem ler os livros do Paulo Coelho, que além de os ler num abrir e fechar de olhos, tem-me ajudado a dar uma espécie de paz interior fantástica.
E a prova disso é que já vou para o terceiro seguido, desta vez o "onze minutos" que toda a gente gaba e adora... e que eu também estou a gostar muito.
Relativamente a este livro, tenho a dizer que adorei a história, mas gostei ainda mais de me ter feito refletir sobre certos momentos e atitudes da minha vida.
Coisas que não fiz por medo, receio, sei lá tanta coisa que desperdicei/desperdiço tudo por causa "da outra" que existe em mim.
Esse assunto "da outra" que existe em nós mexeu bastante comigo, quero dizer, mexeu e mexe, que volta e meia estou a pensar nisso.
Mas não vou estar aqui a contar a história, como é evidente.
Para quem nunca leu, aconselho sem qualquer dúvida, é uma história bela, um ensinamento para cada um de nós, no que diz respeito a vários temas da nossa vida.
Adorei!

23 de setembro de 2018

As minhas 3 músicas Portuguesas, preferidas do momento...



Agir e Ana Moura - Manto de água





Valas e Raquel Tavares - Estradas no céu





Miguel Guerreiro e Mariza - O teu nome 

20 de setembro de 2018

Que série andas a ver Mary?



"As telefonistas" é uma série que se desenrola no ano de 1928. 
Onde uma enorme e moderna empresa de telecomunicações começou a trabalhar em Madrid. 
A série é engraçada, porque fala na vida de quatro raparigas que têm sonhos diferentes e que trabalham na mesma empresa. 
A partir daí surgem muitas aventuras, alegrias e tristezas nos seus dia-a-dia. 
Ainda vou na primeira temporada, mas estou a gostar bastante.


19 de setembro de 2018

Tanto que gabei, que deu asneira...

Andava eu feliz da vida que esta semana não tinha nada marcado no hospital para mim, apenas tinha que levar a minha mãe fazer o penso.
Andava mesmo contente, só pensava "uma semana sem nada no hospital, só os tratamentos na clínica, que maravilha".
Tão depressa me gabo e penso, como tão depressa tudo muda.
Ontem cheguei ao tratamento e tinha uns quantos recados para mim.
Hoje tinha que ir ao banco de sangue para suspender a medicação e começar a fazer as injeções... que animo.
Sexta-feira tem que se apresentar no banco de sangue às 8 horas em ponto para voltar a colher sangue e segue a correr as 8:30 ter com o doutor V. para fazer uma angiografia de maturação da fistula arteriovenosa.
Primeiro sorri.
A seguir ri.
E depois disse, "bem feita, ninguém te mandou andar a gabar que esta semana não tinhas que ir fazer nada ao hospital".
E pronto é isto, começo a pensar que alguém anda a ler os meus pensamentos e a tramar-me na vida, mas pronto, tem de ser e tem.
O certo é que esta noite já mal dormi, fico bastante nervosa sempre que penso que vou "parar" as mãos daquele médico, toda a gente me diz que ele é excelente, mas a verdade é que me deixou um dos braços que é uma "cagada" que é a palavra correta, até dá medo de pensar o que ele vai fazer no outro.
Muito medo.
E aqui entre nós, que ninguém nos ouve, o medo tira-me o sono.

18 de setembro de 2018

Tanto que pensei que acho que descobri...

As análises do início do mês vieram uma desgraça.
Perguntou a médica "o que aconteceu?".
Respondi eu, "que nem sequer fazia a mínima ideia"
Falamos sobre se comi algo assim em exagero que pudesse descontrolar as análises.
Pensei... pensei... pensei e acabei por lançar várias coisas que tinha comido fora da dieta por causa da hemodialise.
A médica responde-me "não é por isso não".
Fiquei a pensar no assunto.
Eu sou assim, ando dias e dias a pensar no que quer que seja, até descobrir o que quero.
E eis que hoje se fez luz na minha cabecinha.
Só existe um ponto que não falamos e que foi algo diferente do que tenho feito sempre.
Andei a tomar uma medicação nova, que essa minha médica não sabe, foi com autorização da nutricionista.
Tenho a certeza absoluta que foi isso que descontrolou as minhas análises todas.
Estou mortinha por voltar a estar com essa médica para lhe falar sobre este assunto.
Ela também me disse que não me preocupasse muito porque sabe que pode ter sido qualquer descuido, porque costumo a andar com as análises direitinhas.
Vamos lá ver.

17 de setembro de 2018

Não acho nada justo a maneira como a minha mãe me tem tratado...

Eu faço tudo por ela.
Ando com ela para trás e para a frente.
É hospital, centro de saúde, compras, todos os sítios onde ela quer ir sou eu que tenho que ir com ela.
A cada dia que passa esta mais insuportável, mais chata, sempre a queixar-se, sempre a fazer-se de vitima e conviver com isto todos os dias começa a tornar-se saturante, diria até irritante.
Só sabe ser negativa, não tem um santo dia que diga, faça algo de positivo.
Faço tudo por ela e passa a vida a "queimar-me constantemente" à frente de quem quer que seja.
As pessoas muitas vezes dizem-lhe "ai devias de dar graças a Deus de teres a filha que tens que faz tudo por ti", mas ela não só esta bem a fazer queixas.
Eu tenho uma casa inteira em cima de mim, para fazer tudo, graças a Deus que o meu pai até é uma pessoa muito pacifica e ajuda-me no que pode.
Ela não faz nada e além de não fazer nada, parece que ainda suja mais de propósito.
Estou à espera de ser operada e ela estes dias disse "ah deixa isso para depois que agora tens que andar comigo", como se as coisas fosses porque eu quero e quando eu quero. 
Já lhe expliquei que quando tiver de ir vou, porque a minha vida depende dos meus tratamentos e se o meu cateter já esta a dar mal, temos que arranjar uma solução antes que pare de vez e a gente não tenha mais nenhuma e depois temos que andar aí a correr e a inventar desnecessariamente.
Estou cansada de a ouvir queixar-se constantemente sem fazer nada de nada.
Cansada da maneira grosseira como fala connosco, como se fossemos alguns carrascos.
Cansada de fazer tudo e ser constantemente acusada pelo excesso de mimo e egoísmo dela.
Estou farta de a aturar, bem sei que é minha mãe mas estou farta mesmo.
Custa-me dizer isto, admiti-lo, vim aqui escreve-lo em forma de desabafo, porque aqui sei que posso escrever o que penso e o que sinto, aqui sou livre de expressar o que quero sem ter que levar com o discurso de vitima dela, dos queixumes e de que eu sou esta e aquela.
Estou mesmo cansada desta situação toda que se tem vindo a arrastar desde Janeiro.
Quando isto acabar, nem vou acreditar em tal coisa.
Todos os santos dias peço a Deus que lhe feche a ferida da perna, ou lhe tire as dores,  pois não sei quanto tempo mais aguento este maldito martírio que é ter que ouvi-la constantemente a queixar-se como se fosse uma criança. 
Já tem uma idadezinha, podia ter um bocadinho mais de paciência e de pensar, mas não, cada vez é pior.
Infelizmente, bem pior.

16 de setembro de 2018

"As Valquírias" de Paulo Coelho...


"Porque será que destruímos as coisas que mais amamos? É esta a questão que Paulo Coelho aborda nesta história de um confronto com o seu próprio passado. As Valquírias é um relato comovente de uma viagem de transformação. Paulo e a sua mulher Chris partem à descoberta do deserto Mojave e, no seu caminho, encontram «as valquírias», uma estranha tribo de guerreiras que atravessa o deserto de moto. Mais do que uma aventura moderna, trata-se da luta de um homem contra os seus próprios medos e dúvidas, bem como de uma história verdadeira de duas pessoas que se tentam compreender uma à outra face a todas as adversidades, transmitindo uma mensagem eloquente acerca da importância de perdoar o passado e acreditar no futuro."


Bem, se inicialmente me parecia que não estava a achar grande piada ao livro, depressa me rendi.
Foi dos livros que mais rápido li.
Que melhor absorvi.
Que mais me fez sentir.
Que despertou a minha mente para certos assuntos.
Foi um livro inquietante, perturbador e ao mesmo tempo mágico, porque foca aqueles pormenores, que eu muitas vezes quero fazer de conta que não existem na minha vida.
A escrita é super simples, a leitura muito fácil e a maneira como o livro esta escrito é extremamente cativante.
Bem sei que é um livro antigo, mas eu ainda não o tinha lido.
Adorei este livro, acho que toda a gente o devia ler, tem momentos em que "faz um cliquezinho" no neurônio.
Já que estou numa de Paulo Coelho o próximo vai ser dele também.

13 de setembro de 2018

Quando o desalento te bate à porta...

Tem dias que por muito que eu queira e até faça um esforço o desalento esta presente na minha vida.
Tenho aprendido a lidar com ele, a não deixar que ele faça de mim o que quer.
Afinal quem tem poder de mudar a minha vida? 
Eu, exatamente.
Por isso nos dias em que eu sinto que ele me esta a querer "apanhar" respiro fundo, penso em algo que me faça sentir bem, tento abstrair a mente, o pensamento e o coração.
Tenho feito um esforço enorme para ter um dia-a-dia agradável.
Não gosto nada de dias deprimentes, em que se pensa no que não se deve.
É difícil esta luta, mas não é impossível.
E eu sou teimosa em tantas coisas na vida, que também sou nesta. 

12 de setembro de 2018

"A Siciliana" de Sveva Casati Modignani...


"Ela era uma «donna d'onore» de uma das famílias mais poderosas da Cosa Nostra, o braço da Máfia em Nova Iorque… 
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar."


A Sveva Casati Modignani habituou-me a livros fantásticos e mais uma vez consegui surpreender-me.
Uma história que me fez devorar o livro com gosto e curiosidade.
A vida da máfia, retratada nesta história esta de tal maneira bem contada que quase me senti no meio da história.
Já para não falar da vida de Nancy repleta de um turbilhão de emoções e lutas.
Adorei, tanta paixão e vingança no mesmo livro e na mesma história.
Cada vez que leio um livro da Sveva Casati Modignani me convenço de que sem dúvidas a senhora é uma excelente escritora.
Umas das minhas preferidas. 




11 de setembro de 2018

Ai Toy, Toy...




Digam o que disserem esta música do Toy esta a fazer um grande sucesso.
Tem piada sim senhora.
Na passada sexta-feira até fui à festa da Broa de Avintes para ver o concerto dele, quer dizer já cheguei a meio, porque tivemos que deixar o carro longe como tudo, para descer, desci bem, agora na hora de vir embora foi o cabo dos trabalhos para subir aquilo tudo chegou um momento que desisti e sentei-me com a minha cunhada enquanto o meu irmão e sobrinho foram buscar o carro.
Voltando à parte do concerto do homem, tenho que dizer que estava muitíssima gente, principalmente juventude... estranho ein.
Entre várias músicas conhecidas dele e sem ser dele, que todos cantavam, sem dúvida nenhuma que esta que aqui vos coloco, foi o momento sensação da noite.
Eles eram novos, velhos, crianças tudo a divertir-se durante este som.
Foi um momento engraçado e divertido sem dúvida.
A verdade é que a primeira vez... já há algum tempo... que ouvi esta música ela ficou-me no ouvido, ou pela malandrice da letra ou lá porque foi, a verdade é que ficou e eu até lhe acho alguma piada.
Que fazer...

10 de setembro de 2018

Não sei porque falam tão mal dos jovens...

Sempre que vou ao banco de sangue no hospital é sempre o mesmo circo.
As pessoas chegam cedo, logo aguardam uns atrás dos outros.
As maiorias das pessoas que lá vão são idosas e é aí que eu acho piada.
Não existe uma única vez que  lá vá que eles não se peguem uns com os outros.
Aquilo é pior do que as crianças.
Ou não respeitam a ordem de chegava, ou metem-se à frente, ou começam a mandar bocas uns aos outros, existe sempre confusão e para variar hoje aconteceu o mesmo.
Eu até disse à senhora que estava atrás de mim "é este circo todas as vezes".
No meu caso eu nem necessito de fazer fila, pois não vou tirar senha, porque embora seja no mesmo prédio, vou para outra sala.
Mas vocês acham que eu estou para estar sempre a repetir a mesma coisa e até para me chatear? Nada disso eu chego pergunto quem é o ultimo e entro na minha vez, mas sem tirar senha e quando entro dirijo-me para a sala que tenho de ir.
Na penúltima vez houve uma senhora que quis estar a fazer de boa alma samaritana e começou a dar a senha conforme a gente entrava, quando chegou à minha vez armou um trinta e um, porque eu tinha que tirar senha e aguardar. 
Lá lhe expliquei que não tinha que tirar senha nenhuma, nem tinha que aguardar nada, porque ia para o banco de sangue.
Ficou a mandar vir a abanar a senha na mão até que uma senhora da secretaria lhe disse que "se fosse para ela estar a importunar os doentes que fizesse o favor de se sentar e que sim que existem doentes que vão para outro tipo de tratamentos e que nem fila necessitam fazer, só que é difícil de meter isso na cabeça das pessoas".
E eu... gente teimosa e problemática como tudo, ainda dizem que os jovens é que são estes e aqueles, está bem esta. 

8 de setembro de 2018

Factos...

E aquelas pessoas que em vez de se maquilharem se empastam camada em cima de camada até parecerem umas aberrações?
Não gosto nada sinceramente, existe gente que não aprende mesmo.
Uma mulher maquilhada é bonita, mas sem grandes empastamentos sim, até fica a parecer cola.

6 de setembro de 2018

Terapia da cor...








Comecei a entrar nesta aventura de pintar livros para adultos, ou seja, na terapia da cor já o ano passado, numa fase em que andava mais nervosa devido a um tratamento extra que andava/ando a fazer.
Na altura uma enfermeira falou-me sobre isto, no início até me ri, depois pensei "porque não?".
E assim foi.
Inicialmente comecei com lápis de cor.
Depois descobri umas canetas de gel, super brilhantes e com uns cheirinhos maravilhosos.
Estes trabalhos que aqui coloquei são todos feitos com essas canetas, agora não quero outra coisa, são maravilhosas.
Alias, já fiz uma nova encomenda delas, desta vez encomendei 100.
Isto pode parecer uma brincadeira, mas faz-me bem, quando tenho um tempinho livre, aproveito para ir distrair a mente e fico bem mais calma e relaxada.
Uma boa terapia sem dúvidas.
Adoro estas coisas, perdida e achada é vê-la a pintar. 

5 de setembro de 2018

E não é que é verdade...



Eu e as minhas leituras durante o tratamento.
Desta vez, esta frase é da Revista Activa que leio religiosamente todos os meses. 
Coisas de mulher, por certo.

4 de setembro de 2018

Perdoai-lhes senhor que não sabe o que faz...


Quer dizer, saber sabe, mas não devia, mas olha que se dane, nem sempre, nem nunca.
Desde que abriu O Gato Comeu-te a Língua em Vila Nova de Gaia, que andava sempre a adiar a minha visita.
Mas ontem foi dia, fui com o meu sobrinho.
Comi o que vêm na imagem, crepe de morangos e nutella, estava excelente.
O local esta muito bonito e agradável, o atendimento também foi excelente.
É para repetir, sem dúvidas... o pior é que existe tanta coisa boa para escolher.

2 de setembro de 2018

Agosto em imagens...


Num dos dias em que vinha bem do tratamento, é raro mas de vez em quando lá se vem mais ou menos bem...


Eu a Joana e o Zé, fomos ao batizado da Mariana...



Tem dias que dá para isto...






Animamos esplanadas nas horas mais leves, com muitos sorrisos e gargalhadas...


De vez em quando dá-me para estas coisas...



Fizemos sessões fotográficas, ah ah ah...


Descobri estes gelados marca Pingo Doce, que são qualquer coisa como algo de muitíssimo bom...


Mais uma daqueles dias em que chego a casa e me dá para tirar fotos...



Fizemos um piquenique...






E para várias tiramos várias fotografias...



Já que não posso ir a banhos ao mar, este ano fui molhar os pés...

E assim se passou Agosto, um mês cheio de amizades, sorrisos e gargalhadas. 

1 de setembro de 2018

Olá Setembro...



Pois é, vou voltar até ao final do ano a fazer o "olá... e o respetivo mês".
Mas eu volto com outro post para vos falar do mês de Agosto, que foi bem recheado.
Quanto a este novo mês que aí vem e quem me segue sabe que eu não faço grandes planos, porque a vida a nível de saúde assim não o permite, vamos indo e vamos vendo o que vai aparecer.
Uma coisa é certa, por mim, se me trouxeres paz, sossego, umas gargalhadas e sorrisos, já esta mais do que perfeito.
Não precisas de vir com muitas complicações, que o dia-a-dia, por si só já traz algumas.
E o que eu desejo para mim desejo para vocês também.
Que Setembro seja um bom mês para todos.
A ver vamos.

30 de agosto de 2018

O ser humano é esquisito...

As pessoas são esquisitas.
Ora te conhecem, falam contigo e te fazem uma festa, ora estão de trombas como se Deus e todo o mundo lhes devessem alguma coisa e ninguém lhes paga.
Aqui há uns tempos, isto era assunto para me deprimir.
A sério, ficava a pensar "será que disse algo de mal?" ou "terei feito algo?" mas depois cheguei à conclusão que existem pessoas, que são mesmo assim, complicadinhas por natureza.
Vai daí agora já não me interessa se estão bem ou mal dispostas, com boa ou má cara, neste momento é completamente indiferente.
A partir do momento em que eu trato bem as pessoas e elas passam a vida aos amuos, paciência já não dá para mim, é que eu já nem sequer tenho idade para aturar estas coisas, muito menos quando se trata de pessoas que até já tem alguma idade.
Querem ser bipolares, amuados, ranhosos e mal-amados?
Por mim, façam o favor de estar à vontade que nem quero saber, sequer.

28 de agosto de 2018

"Correr com tesouras" de Augusten Burroughs...


"Augusten tem doze anos e diversas obsessões: joalharia, decoração, penteados, roupa e luxo em geral. A mãe, aspirante a poetisa, está a atravessar um divórcio difícil. Quando o seu psiquiatra, o excêntrico Dr. Finch, sugere que seria melhor para ela «separarse » também do filho, ela não hesita. É assim que Augusten se encontra a viver no seio da estranha família Finch, onde a única regra é não haver regras: a árvore de Natal fica na sala durante todo o ano, o Valium é consumido livremente e, quando não há mais nada para fazer, pode-se sempre brincar com a velha máquina de electrochoques. Ao crescer numa família sem regras ou sem ter qualquer espécie de acompanhamento, Augusten aprende até que ponto a autonomia se pode tornar uma arma indispensável à resistência da sua sanidade mental. «Atrevido, louco, muitas vezes hilariante.» The New York Times «Belissimamente escrita, com um apurado sentido estético e humorístico, esta memória de uma infância traumática é irresistivelmente divertida e muito provocante.»"


Vejamos, se tivesse que seleccionar uma categoria para inserir este livro, sem qualquer dúvida que seria, "o que não quero fazer na minha vida, jamais, em tempo algum".
Não foi uma leitura fora de série ou até mesmo fantástica.
Houve um momento em que tive vontade de desistir, tantos eram os desastres e a loucura.
Acontece, quase como sempre, por capricho resolvi ler o livro até ao fim.
Não é assim nada de interessante, para ter estado 4 anos no top de vendas e ainda terem feito um filme, sobre ele, não sei como é, não vi, nem quero ver.
Mas sinceramente se tudo o que esta escrito no livro é real, o miúdo viveu sem dúvidas uma vida de loucos.
Este tipo de livros não é algo que faça parte das minhas preferências.
Assim sendo não vale a pena perderem tempo a lê-lo, podem confiar em mim.
Ficou muito além do que eu esperava sinceramente. 

27 de agosto de 2018

A experimentar novidades...


Sou assim um bocadinho curiosa, no que diz respeito a alguns produtos quando apresentam novidades.
Sem dúvidas a Nívea como é uma marca bastante antiga e até é usada muito cá em casa, sempre que lança uma novidade que me desperte interesse, lá vou eu comprar.
Foi o que aconteceu com este dois produtos.
O primeiro que comprei foi o azul e depois comprei o verde.
O azul tem o cheirinho tradicional, já o verde é mais fresco, muito agradável.
Adoro o pormenor de ser em mousse, é de fácil aplicação, absorve rápido e hidrata muito bem.
Eu fiquei a adorar.
Apesar de ter um preço, um bocadinho puxado para a quantidade de produto.
Apesar desse pequeno pormenor adorei o produto.
E não ninguém me deu nenhum frasco, a não ser o meu dinheiro, só quis vir cá partilhar com vocês a minha opinião, porque sei que as vezes não experimentamos este ou aquele produto por medo, uma vez que pensamos que vamos pagar aquele valor e se calhar até nem faz grande efeito, mas posso dizer-vos pelo que usei adorei.

26 de agosto de 2018

Para manter os olhos bonitos...


E não se trata apenas de manter os olhos bonitos, mas sim de os ter bem tratados.
Por ter os olhos clarinhos, tenho sempre grandes dificuldades quer com o sol, nevoeiro ou melhor dizendo com qualquer tipo de tempo.
Antes andava sempre com os olhinhos, vermelhos, cheia de comichões e desconforto.
Já experimentei várias gotas, aliás as gotas de olhos, a par das bombas da asma são minhas companheiras, agora em off que ninguém nos ouve, ando mais com as gotas do que com as bombas se sentir que ando bem.
Recentemente experimente as #GotasBepanthene e gostei imenso.
Fico com os olhos bem hidratados e não sinto qualquer desconforto, além de que sinceramente cada vez que as uso, acho que o meu olhar fica, mais limpo, mais brilhante.
Estou mesmo a gostar imenso desta experiência e sem dúvidas que estas gotas vão continuar a fazer parte do meu dia-a-dia.
Porque ter olhinhos claros é muito bonito é, mas também dá o seu trabalhinho. 



25 de agosto de 2018

Não tenho a mínima paciência...

Não aguento mesmo com machistas, miúdos com mania que são adultos e depois aquele neurónio parou por volta dos 15 anos e nunca mais arrancou, ou porque nunca ninguém lhe fez um reset ou simplesmente morreu nessa altura.
Olha eu com 33 anos a aturar birras de canalha que não me são nada.
Eu se quisesse aturar crianças, tinha estudado algo relacionado com isso e tinha ido trabalhar aqui para o infantário ao lado de casa que é uma questão de passos, mas como eu não tenho vocação para aturar crianças, olha tive que ir para outra área.
E vem agora estes cromos, chatearem-me a cabeça, "amigo" já foste, circula.

23 de agosto de 2018

E a vida como vai?


Os dias têm sido agitados. 

Prometo que quando tiver, um bocadinho mais de tempo e de inspiração passo cá a contar como vai a vida. 
Tirando o excesso de calor, até nem vai mal.


14 de agosto de 2018

"O homem de giz" de C. J. Tudor...


"Toda a gente tem segredos...
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos. À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.
Um mistério em torno de um jogo de infância que enveredou por um caminho perigoso.
Um livro diferente dentro do género thriller, uma vez que combina o psicológico com um toque de Stephen King e umas pinceladas de Irvine Welsh."


Viciante... é a palavra que melhor me ocorre para descreve este livro.
Tem uma leitura extremamente fácil, uma história enigmática e interessante, que cria suspense e surpresa.
O nosso pensamento leva-nos por um caminho, mas a escritora acaba por nos surpreender como se costuma dizer "trocando as voltas".
Já há algum tempo que um livro não me prendia com tanta intensidade, devido ao seu mistério.
Adorei, li o livro em 3 sessões de tratamento, o que é raro acontecer, uma vez que chega a um momento em que o cansaço, vence-me sempre, mas desta vez a minha curiosidade na descoberta do assassino, conseguiu ser mais forte do que eu.
Em cada nova descoberta dei por mim a dizer "a sério?" e é evidente que quando cheguei ao final além de ficar muito séria disse "ah não, não pode ser", isto tudo porque foi um enfermeiro que me emprestou o livro, que eu lhe tinha dado no aniversário... viciados que nós somos.
Desconfiei de todas as personagens do livro, durante toda a história, mas a verdade é que o final deixou-me surpreendida.
Adorei ler este livro.
Muito bom mesmo.

13 de agosto de 2018

A descobrir "pimbalhice" desde 1985...





E o problema é que a música fica no ouvido.
Só eu para descobrir estas coisas ah ah ah 

10 de agosto de 2018

A minha mãe é pior do que a tua #6...

Eu bem sei que esta calor e que não apetece fazer nada.
Também sei que andar sempre a ir fazer curativos não contribui nada para o humor dela.
Anda numa fase em que adora fazer-se de desgraçada, não pode fazer nada, não quer e nem tem inveja.
Em toda a semana, hoje foi o único dia em que fez o almoço.
Bem nem queiram saber o estado em que a minha cozinha ficou, depois dela fazer o almoço para 3 pessoas.
Ao fim de almoçar comecei numa ponta a limpar a cozinha, com uma vontade enorme de me passar da cabeça, porque não é normal fazer tanta "cagada" para se fazer um almoço.
É evidente que sobrou para mim, porque ela acaba de comer e vai deitar-se, ele vai ver televisão.
Arrumei e limpei tudo até o chão.
À pouco andava ela na cozinha e eu só lhe disse "pelas almas vê se fazes pouca cagada que ainda nem uma hora fez que acabei de limpar a cozinha" olhou para mim capaz de me comer só de olhar e disse "até parece que sujo muito"
Cá entre nós deve de existir restaurantes em que as cozinhas não se sujam tanto.
Ela anda num de sujar tudo e quem quiser que limpe, por enquanto eu vou resmungando mas vou  fazendo, o problema vai ser quando eu deixar de resmungar e deixar de limpar a porcaria que ela faz.
Se ela não pode eu muito menos, temos pena.
Já lhe expliquei que a melhor solução para todos é a gente ajudarmo-nos uns aos outros e não fazer o que ela faz, mas ela não me liga nenhuma, o meu pai já esta pelos cabelos e eu pouco falta, ela que aproveite bem enquanto a minha boa onda dura.

9 de agosto de 2018

Detesto...

Pessoas que estão constantemente a criar vários perfis deles mesmo nas redes sociais.
Vai na volta e com tantos perfis uma pessoa nem dá conta de qual é o mais recente.
Ainda se criassem um novo mas apagassem o outro, era como diz o outro, agora criar e ter 6 ou mais perfis sempre com a mesma coisa é um exagero.

8 de agosto de 2018

"O primo Basílio" de Eça de Queirós...


"Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época.
Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.
Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína."


Bem, conhecia mais ou menos o conteúdo da história, mas a verdade é que mesmo tendo uma noção consegui ser surpreendida.
Primeiro porque desconhecia todas a outras personagens que fazem parte, depois não imaginava sequer o final.
A verdade é que amei este livro.
Toda a história criada em volta de personagens tão bem caracterizadas e interessantes, cada um à sua maneira, é verdade mas que deram uma contribuição excelente ao desenvolvimento deste livro.
Não estava à espera que a Luísa morresse... confesso, nem de um final tão brando para o Basílio, mas o Eça de Queirós lá deveria saber o porquê deste final, surpreendente.
Ou será que quem esta habituado... como eu... a ler esta sempre à espera de um final, mais ou menos feliz? 
Hmmm acho que é mais isso.
Sinceramente, para quem ainda não teve a oportunidade de ler, experimentem é excelente.
Acho que vou ter que ler outros livros do Eça de Queirós, ficou aqui uma espécie de bichinho da curiosidade... e sim eu dei os Mais na escola, mas quase que me sinto menina de o voltar a ler.

6 de agosto de 2018

Este livro está a ser muito bom...

Estou a falar do livro "o primo Basílio" de Eça de Queirós.
Tão bom, que o estou a ler calmamente, para poder "saborear" bem a história.
A parte má da história é que vai acabar hoje.
Pois é, daqui a nada é o fim e lá se vai a Luísa e o Jorge.
Esta a ser muito bom, tenho para mim que se calhar tenho que começar a ler mais "clássicos", mas por enquanto tenho aqui uns quantos na fila antes de adquirir mais. 

5 de agosto de 2018

Sobreviver a este calor...

Não é lá muito fácil, principalmente quando tens limitado o consumo de líquidos.
Eu bem dou voltas e voltas, pesquiso ideias, soluções que me possam ajudar a ultrapassar esta sede que me mata e este calor que me inferniza.
Usar gelo e gelados esta fora de questão, estou com sensibilidade dentária, ando a fazer um tratamento.
Não sei mais o que fazer, ainda por cima o meu azar é que não sou pessoa de suar muito, isso pelo menos ajudava a eliminar alguns líquidos.
Não têm sido fáceis estes dias.
Apesar de tudo tenho tentado manter o "foco" no objetivo, tento não comer grande coisa, tenho aderido as gelatinas sem grande açúcar, deram-me a dica de chã de hortelã menta com gengibre  bem frio para ir bebendo de vez em quando, lá esta o geladinho não ajuda muito mas lá tem de ser, por isso tenho que ter algum cuidado.
Para quem esta de férias e para quem adora o sol, desculpem-me mas estou mortinha que este tormento passe, sinto-me cansada e sem grandes forças, apesar de tentar ocultar isso dos outros.
Vamos lá ver quando é que a temperatura vai aliviar um bocadinho.
Neste momento estão 33ºC e como podem calcular em casa esta bem pior.
Tenho ido dormir à casa do meu irmão que sempre é um bocadinho mais fresca, pelo menos ajuda-me a descansar melhor.

2 de agosto de 2018

Queriam calor...

E estas temperaturas altas e descontroladas?
Andava aí o pessoal muito preocupado que não vinha calor e pronto ele esta aí e em grande.
Para mim que não me dou com o excesso de calor não é lá grande alegria.
Ainda por cima não poder ingerir grandes líquidos, não ajuda muito.
Mas já devo ter bebido um bocadinho demais, já me sinto mais cansada, a sede é horrível, ainda bem que daqui a pouco vou para o tratamento, já fico um bocadinho mais aliviada, mas tenho que ter cuidado com a água em excesso.
Com este calor não é fácil, nada fácil.

1 de agosto de 2018

Adeus Julho...



Pois é Julho já lá vai.
Além de ter sido um mês grande, além de um pouco cansativo, até teve momentos bem divertidos.
Voltei a ir a um restaurante que a gente cá em casa gosta, nesse dia de manha fomos passear até à praia.
Num outro domingo levei os meus pais a almoçar, desta vez fomos ao sushi e à comida chinesa, buffet mais precisamente, o meu pai adorou e apesar da minha mãe não gostar de sushi, contentou-se com várias opções de comida chinês/japonesa, mas evidentemente nada com peixe cru.
Também tirei uma tarde para ir almoçar e ir até uma esplanada com umas amigas.
Na sexta-feira 13 fui a Montalegre, com um casal amigo, passamos por Chaves e tudo, tivemos um dia super divertido e diferente.
No domingo passado, com o mesmo casal fomos lanchar a Mirandela, sim somos loucos de vez em quando cometemos este tipo de excentricidades.
Foi um dos melhores lanches de sempre, só de imaginar aquele chá gelado de frutos tropicais quase que me fico a babar.
De resto o costume, tratamentos, consultas, rotinas se assim se pode dizer.
Andei bem-disposta, até acho que me chateie poucas vezes, porque eu agora estou na onda de me chatear o mínimo possível, de preferência.
Julho foi um bom mês sem dúvidas.
Vem daí Agosto!!!
Vamos lá ver o que tu me reservas... paz e sossego se faz favor.