30 de maio de 2017

Música do dia...



Pronto é isto o costume, eu e as músicas latinas...
Eu preciso de "botar som" à minha vida... adoro a expressão "botar som" ah ah ah...

29 de maio de 2017

Facto constatado ontem...

As minhas tias andam loucas, histéricas, desnorteadas... e mais uns quantos nomes... por causa do casamento do meu primo.
Menos mal que o casamento já é no sábado, é que se demorasse mais tempo para acontecer, desconfio que elas ia parar ao Magalhães Lemos.
Nossa Senhora de Fátima parece que nunca foram a um casamento, sai-te caraça... não era esta a palavra que queria escrever mas pronto, parecia mal. 

26 de maio de 2017

Adivinhem lá...

Hoje foi dia de que?... de greve.
E quem é que se levantou super cedo para ir para o hospital?... eu.
Quem é que estava à espera de um exame?... eu.
E quem é que ficou sem fazer o exame?... eu.
Estou quase como dizem os Brasileiros, tudo eu, tudo eu... respira fundo rapariga bem fundo

25 de maio de 2017

24 de maio de 2017

"Os segredos de Gray Mountain" de John Grisham...


"Samantha Kofer tem uma promissora carreira numa grande firma de advogados de Wall Street, até que chega a recessão e ela é dispensada. Mas Samantha é uma das afortunadas. Oferecem-lhe a oportunidade de trabalhar pro bono numa organização de assistência jurídica durante um ano, ao fim do qual existe uma ligeiríssima oportunidade de ela recuperar o antigo emprego. 
Em poucos dias, Samantha sai de Manhattan para Brady, na Virgínia, 2200 pessoas como população, no coração dos Apalaches, um lugar que ela só conhece dos livros. Mattie Wyatt, responsável pela organização, está lá para a ensinar a «ajudar pessoas reais, com problemas reais». Pela primeira vez na vida, Samantha enfrenta uma sala de tribunal por dentro, é repreendida por um juiz e é alvo da desconfiança da população, que não vê com bons olhos a presença ali de uma arrogante da grande cidade. E descobre que Brady, como todas as cidades pequenas, esconde grandes segredos.
O seu novo trabalho leva-a ao mundo perigoso das minas de carvão, onde a lei é violada, os regulamentos ignorados, as comunidades divididas e a própria terra está a ser atacada pela Big Coal. A violência está ao virar da esquina e dentro de semanas Samantha dá por si num litígio que acabará por se revelar fatal…"

Esta história conta a vida de Samantha uma jovem advogada que trabalha numa firma de advogados que de um momento para o outro fica sem emprego.
Se antes Samantha tinha uma vida quer profissional, quer pessoal muito agitada de um momento para o vê-se livre de mais.
É proposto um trabalho mas em voluntariado longe de tudo o que ela estava habituada e num meio "pouco" habitado.
Fiquei a conhecer um pouco mais sobre o tema das minas de carvão, sobre as doenças provocadas pelas mesmas e sobre advogados.
Gostei da história, foi mais um exemplo de que quando a gente menos espera a nossa vida pode melhorar e muito, demonstra mais uma vez que nem sempre o dinheiro é tudo.
Achei piada o romance que a história nos conta estava à espera que a Samantha nesta parte fosse mais lamechas mas surpreendeu-me imenso as coisas terem tido o rumo que tiveram.
Também gostei do conceito de organizações sem fins lucrativos, não faço ideia se isto existe no nosso país sinceramente, mas acho que é uma ideia muito boa, porque quer queiramos ou não deve de haver muita gente com este tipo de necessidade e aqui falo mesmo da advocacia normal. 
E pronto foi uma bela história, um livro enorme mas que foi lido rapidamente pois tem uma escrita simples e fascinante. 

23 de maio de 2017

Ou corre muito bem ou vai ser uma grande barraca...

Dia 3/6 é o casamento do meu primo.
As minhas tias andam loucas, mais parece que nunca foram a um casamento.
Não entendo o porque de tanta "aflição" afinal de contas ele já mora com a fulana à 3 anos e ela já tem um filha.
Acho engraçado o meu pai a comentar as coisas só sabe dizer "nem que fosse um príncipe"... confesso que a maneira como ele o diz me provoca umas boas gargalhadas.
As minhas tias já compraram os vestido por volta de finais de Janeiro, numa aflição como se os raios dos vestidos se fossem esgotar, alias nós compramos os nossos à pouco tempo e elas antes de irmos comprar disseram logo "agora já só esta o que não presta, já esta tudo escolhido"... não devemos de andar no mesmo mundo com certeza.
Agora andam aflitas com os cabelos... não sei qual é a aflição uma vez que têm o cabelo curto tipo rapazinho, para explicar... não estou bem a ver o que poderão fazer com os cabelos mas à frente... outro stress é o que vão levar de joia uma diz que vai levar tudo fantasias a outra diz que vais levar um fio em ouro as pulseiras todas e os anéis... se for como o costume é de rir, mas a ver vamos, ah este domingo também falaram em maquilhagem e unhas de gel... ah ah ah.
Só vos tenho a dizer esta gente ainda não entendeu que menos é mais.
Vão parecer uns autênticos porta-chaves é o que é.
Uma que me tem surpreendido é a minha tia a mãe do noivo que esta sem stress nenhum, na boa como se costuma dizer.
Quanto ao correr bem ou ser barraca, eu tenho um pequeno palpite que vai haver barraca em alguma coisa, mas isto é só um palpite não é para ser levado a sério.

16 de maio de 2017

Se algum dia imaginei tal coisa...

Jamais em tempo algum imaginei ter um telemóvel assim, riscadinho aqui, ali e acolá.
Ah e tem capa atrás.
O raio do telemóvel volta  meia cai, lógico que é sem querer, o que me interessa é que continue a trabalhar assim bem.
Em outros tempos com certeza isto já seria pretexto mais do que suficiente para trocar de telemóvel, agora nem pensar nisso.
Primeiro porque não me convém gastar dinheiro num, segundo porque ainda trabalha e terceiro não estou a ver de maneira nenhuma qual seria o telemóvel ideal para substituir este e quarto não me apetece trocar.
Como podem ver estou a entrar na era da malandrice completa.
Querido telemóvel dura mais uns anitos se faz favor que é para eu não dar cabo da carteira e do neurônio a pensar nesse assunto. 

15 de maio de 2017

Sobre a minha fé...

Eu fui ensinada a acreditar em Deus e na Nossa Senhora de Fátima, alias tenho um devoção enorme por ela.
Por circunstancias da vida no que diz respeito à saúde sempre pedi muito que me ajudassem... qualquer que fosse o santo.
Não vou negar que não existiu momentos em que me senti "abandonada" e tive vontade de deixar de acreditar em tudo, mas não o consegui fazer... não sei o que foi que "falou" mais alto e me fez continuar a acreditar.
Este 12/13 de Maio para mim que acredito, foi muito emocionante.
Mesmo não tendo estado presente em Fátima, segui tudo pela televisão e chorei imenso.
Eu sou daquelas pessoas que mal entra no santuário e as lágrimas começam a cair pelo rosto, como eu gostava de saber o porque de isso acontecer, mas não tenho explicação possível.
Ainda ontem deu um resumo da visita do Papa e as tantas dei por mim a chorar.
A vida nem sempre é como queremos, eu que o diga, mas mesmo assim eu acredito em algo superior, acredito que me ajuda quando estou com mais problemas, aliás eu não sei só "pedir" também sei agradecer, no meu caso com tantos problemas de saúde a quem mais deveria recorrer além da ajuda médica só posso recorrer à minha fé e à esperança em acreditar que quem quer que seja que esta lá em cima vai me ajudar e até hoje umas vezes mais outras vezes menos tenho sido ajudada e atendida nas minhas preces. 

12 de maio de 2017

Dia Mundial do enfermeiro/a...

Aos meus enfermeiros/as...

A ti que um dia na tua juventude decidiste que no futuro querias ajudar os outros e por isso te tornaste enfermeiro/a, fica a saber que o teu dia não é só hoje dia 12 de Maio mas sim todos os dias.
Obrigada por estarem sempre presentes na vida de quem precisa, hoje escrevo por experiência própria, o que seria de mim sem vocês.
Vocês que estão sempre presentes e prontos para me ajudarem quer nos momentos de gargalhada, nos momentos de dor, desespero, solidão,  aflição e dor.
Teria muitas histórias vividas com vocês para contar mas serei breve.
Lembras-te daquele momento em que chorei de desespero, tu estavas lá a limpar-me as lágrimas e a pedires para que eu tivesse força mais uma vez e que não desistisse.
E aquele dia em que mal me segurava com dores, foi o teu olhar e o teu sorriso que me deram forças.
E tantas vezes quando as coisas correram mal foi o teu profissionalismo e dedicação que me ajudou a ver o lado positivo, as  tuas palavras que me ajudaram a acreditar em ter esperança que tudo ia correr da melhor maneira.
E aquele dia em que partilhaste comigo aquele teu segredo pessoal, não imaginas o quanto me senti feliz e especial.
Sei tão bem quando estão tristes, “atrapalhados” nas vossas vidas que a única coisa que eu sempre desejo é que esteja tudo bem convosco, para que tenhas força e um sorriso para me darem a “mão” todas as vezes em que eu não aguento.
Ao longo da minha vida conheci muitos enfermeiros/as, sou capaz de me lembrar do nome de muitos deles, dos sorrisos e do que fizeram por mim.
Hoje esta mensagem vai em especial para quem toma conta de mim diariamente, vai para os enfermeiros/as da Caledial,  aqueles que me fazem ver sempre o lado positivo de tudo, aqueles que me ajudam a ter fé e esperança e a nunca desistir.
É tão bonita a amizade que tenho com muitos de vocês, não sabem o quanto vos admiro e vos quero bem, aliás vocês são a nossa segunda  “família” aquela que eu escolhi por circunstancias da vida, são aqueles que eu adoro ter ao meu lado.

Um muito obrigado também a todos o pessoal de enfermagem com quem convivo diariamente do hospital de Gaia... Nefrologia,  Banco de Sangue,  Sala de Pensos  1 do pavilhão feminino, Urologia e por aí fora a todos vocês muito obrigado por terem escolhido enfermagem e por serem excelentes profissionais e pessoas fantásticas e queridas, o meu muito obrigado.

11 de maio de 2017

Música do dia...




Ah ah ah  ah...
Como eu adoro os Brasileiros...
Ah ah ah...

9 de maio de 2017

O vestido de dama de honor...

Já mencionei algures em algum post que fui convidada para dama de honor num casamento em Junho.
Também já referi que já tinha ido quando era mais adolescente de dama mas tivemos que ir com o nosso vestido da comunhão solene.
Quanto a ser menina das alianças fui um monte de vezes, foram tantas que lhes perdia a conta.
Desta vez a noiva escolheu azul, aquele azul que se usa agora, eu tenho por hábito chamar-lhe azul Porto... não vamos falar de futebol ok... pronto já estão a ver qual é a cor.
Fui com a noiva e minha amiga J. a Matosinhos a uma loja de vestidos de festa e a verdade é que além de me ficar um bocado justo eu não gostei de nenhum em particular.
Vim um bocado deprimida embora porque a minha amiga J. consegui comprar um para ela e eu até ia com alguma expectativa e vim de mãos a abanar.
Mas não me dei por vencida.
No dia seguinte enfiei-me no El Corte Inglês mal abriu e comecei a minha procura.
É certo que existem muitos vestidos dessa cor mas a maioria deles eram curtos e a noiva gostaria de comprido.
Depois existe o problema de ter que ter mangas para tapar o penso do braço, o único vestido que encontrei com todos os requisitos, comprido, cor e manga custava quase 300€, ou seja, estava completamente fora de questão.
Andei, andei até que encontrei um que era a minha cara chapada, azul, comprido, simples, só tem um bocadinho de renda nas costas, algo muito simples só que sem mangas.
Era aquilo mesmo que eu queria, só que  por mangas ia tirar a "piada" ao vestido.
Resolvi ontem falar com o médico a ver se existia a possibilidade de no dia do casamento levar um penso mais pequenino e sem o aparelho e qual o meu espanto... confesso que estava um pouco pessimista... quando ele me disse que sim, que tiravam o aparelho e colocariam um penso pequenino.
Oh pá só me apeteceu dar-lhe um abraço.
Resumindo e concluindo vou só à costureira para cortar em baixo pois é comprido de mais, de resto não vou fazer mais nada.
Estou muito feliz porque este vestido é exatamente a minha cara sem tirar nem por, simples como eu gosto. 

8 de maio de 2017

"As mais belas histórias" de Hermann Hesse...


"«Os contos de Hesse limitam-se, deliberadamente, a experiências pessoais. Porém, o vivido é sempre tão autêntico que, mesmo os acontecimentos complicados são relatados com a maior simplicidade, bastando ao autor um mínimo de acção, sem que o interesse pela leitura disso se ressinta. Os seus heróis, que nos fazem sentir bem por não terem nada de heróico, demonstram, fazendo parte do quotidiano, toda a variedade de enredos do comportamento humano.»
Kurt Tucholsky."

Ora vamos falar deste livro.
Foi a primeira vez que li algo de Hermann Hesse e a verdade é adorei este livro, pois tem várias histórias diferentes, todas elas com uma ensinamento.
Aquela que me chamou mais a atenção foi mesmo a "Alma de criança".
Onde ele fala sobre os medos que temos em crianças, as encrencas em que nos metemos, o sonho de ter uma nova oportunidade, acho que toda a gente já passou por estes problemas quando eramos mais pequenos.
Achei também a história de "o mendigo" muito boa, carregada de humor e ensinamentos.
Tenho que confessar que este livro me deixou muitos momentos a rir e principalmente a pensar na minha infância, em tudo o que já passou e que jamais voltarei a ter uma oportunidade de "remediar" o que quer que seja que tenha ficado por resolver.
Hermann Hesse é sem dúvidas um escritor a repetir. 

7 de maio de 2017

Faz 1 ano...

... que eu e o T nos separamos.
A nossa relação durou 5 anos. 
Se estou arrependida desta separação? Não nem pensar.
Se tenho saudades dele? As vezes lembro-me, claro mas não tanto como pensei que ia ser.
Se me sinto bem sozinha? Sim muitíssimo bem. 
Se pensei que ia ser fácil não ter namorado de um momento para o outro? Não, pensei que ia ser difícil, afinal já eramos namorados à uns anitos.
A verdade é que eu sei que ele ficou muitíssimo melhor sem mim e só isso já compensa tudo, voltou a sair mais com os amigos e amigas e a viajar, coisas que não fazia comigo e depois eu sempre senti que eu e estes meus problemas de saúde o estávamos a amarrar, que ele não estava a aproveitar os melhores anos da vida dele por minha causa e vocês não imaginam como isso me deixava mais em baixo.
O que vale e o mais importante é que ficamos amigos, ainda não estivemos frente a frente até porque não somos da mesma freguesia apesar de sermos do mesmo conselho, Vila Nova de Gaia é muito grande, mas volta e meia trocamos mensagens e isso sim é o mais importante termos ficado amigos.
Estou sozinha à um ano, sinto-me bem e se penso em namorados ou qualquer coisa do gênero, a verdade é que não, sinto-me bem de mais sozinha e assim quero estar e ficar.

4 de maio de 2017

Olá Maio...



Bem vindo...
És o mês do coração, do dia da mãe, do aniversário do meu querido irmão e da minha mãe.
És um mês em grande.
Ajuda-me a acompanhar-te com um sorriso no rosto e a celebrar todas estas datas de pessoas que são muito para mim da melhor maneira possível.
Sê um mês calmo e bom é só o que te peço. 

2 de maio de 2017

Foi um fim de semana em cheio...

No sábado no dia do meu aniversário fomos a um jantar de uma colectividade que coincidiu com os meus anos.
Foi muito bonito porque não estava à espera que um salão com mais de 150 pessoas... incluindo o presidente e vice presidente da câmara e uns quantos senhores presidentes disto e daquilo... me cantassem os parabéns.
Nisto apareceu o meu sobrinho com um ramo de rosas e uma senhora que eu conheço com outro ramo também de rosas, confesso que ao ver tanta gente a cantar e tanto carinho as lágrimas começaram a cair.
Não estava à espera destas surpresas todas e como ando numa fase mais sensível da minha vida chorei um bocadito, não foi bem chorar, chorar foram umas lágrimas que escaparam. 
No domingo fizemos festa cá em casa para a família e hoje é dia de levar bolo para os meus colegas de tratamento.
Como se costuma dizer, quem vai três dias à festa não presta... deixa para lá, nunca se sabe se para o ano estaremos cá novamente para festejar, por isso vamos aproveitando enquanto se pode festejar.