31 de outubro de 2014

Olha a frase do dia...


Beijooo criaturas do meu coração...
Bom Halloween...

Tanto pedinchei..

... tanto pedinchei que o meu pai cedeu.
Na quarta-feira a Wook... é clicar no link, já sabem... estava com 20% de desconto e portes grátis, usando o meu discurso de mais pequenina, pedi simpaticamente se havia alguma alma cá em casa... pai ou mãe... que me quisessem antecipar o meu presente de natal.
Queria o novo livro do José Rodrigues dos Santos "A chave do Salomão"... já escrevi sobre esse livro aqui no blog... ninguém se voluntariou e eu fiquei a pensar "como costume vais querer e tens que o comprar não existe outro jeito" e pronto já me anda a preparar psicologicamente que se quero muito ler o livro tenho que soltar o dinheirinho.
No mesmo dia acabou a promoção e eu pensei mais para a frente compro.
Hoje o meu pai disse "quanto é que custa o livro ah?" e eu disse "hoje custa mais uma vez que já só tem 10% de desconto pode ser que alguém me ofereça para o natal" ao que o homem disse "vá compra lá que eu ofereço".
Mary Silva no seu momento de delírio só não abraçou e beijou o pai para não parecer mal, toda ela explodiu de alegria e felicidade... eu sei é só um livro mas é que eu adoro mesmo o José Rodrigues dos Santos e os livros dele... fiquei tão feliz que tive que vir partilhar convosco... ah e eu não tenho o hábito de pedinchar raramente o faço ;) mas fui bem sucedida na minha tarefa.

30 de outubro de 2014

Sabes, aquele momento...

... em que te deves manter séria mas a vontade de rir é bem maior?
Pronto... sofro desse problema, quando não me devo rir é quando tenho mais vontade e quanto mais me tento conter é quando desato as gargalhadas e a chorar de tanto rir.
São momentos raros de acontecer, mas acontece de vez em quando... de longe a longe.
Coisas da vida... 

29 de outubro de 2014

Sobre freiras...

O livro que estou a ler neste momento "A prostituta de Deus" esta a fazer com que os meus neurônios andem às voltas.
Quando penso em freiras penso em senhoras simpáticas, muito bondosas, bem dispostas e sempre prontas a ajudar os outros.
A verdade é que pelo que estou a ler, tendo em conta que esta história é verídica o meu conceito de freira esta muito longe da realidade. 
Para quem não sabe o Hospital Maria Pia no Porto, que agora pertence à rede do Centro Hospitalar do Porto, ou seja, é o hospital St. António, Hospital Joaquim Urbano e a Maternidade Júlio Dinis, antigamente era gerido por freiras.
Em 1996 quando dei entrada a primeira vez neste hospital, ainda existiam muitas freiras, logo até aos meus 18 anos convivi com várias senhoras deste oficio, enfermeiras e freiras e a minha experiência com elas foi muito boa, sempre muito atenciosas, amáveis e profissionais. Tenho em particular muita memória da Irmã Glória, chefe do serviço de Nefrologia desse hospital na época em que o comecei a frequentar, era uma senhora já com uma certa idade mas muito amorosa e querida que muitas vezes me enxogou a lágrimas e tentou de todas as maneiras possíveis que eu lidasse bem com o sofrimento.
Como é evidente para mim o estatuto de freira não serve para qualquer pessoa, é preciso gostar e ter vocação para tal, mas para mim a missão delas é ajudar os outros, não compreendo o porque de muitas dela apenas se quererem fechar num convento e rezar de manha até à noite, será que são minimamente felizes assim? Não sei, custa-me a acreditar sinceramente, que estarem fechadas e fazer proibição de tudo e mais alguma coisa não é lá muito saudável e este livro tem vindo a mostrar um pouco o lado "escuro" de ser freira á uns anos atrás, pelo que tenho lido no livro, mas tudo o que li e irei ler não irá destruir a imagem que eu tenho das freiras, quero acreditar que continuam a ser pessoas carinhosas e simpáticas que vivem essencialmente para poderem ajudar os outros. 

28 de outubro de 2014

Facto..

Tenho sono...
Estou cansada...
Não queria, mas preciso muito de ir tratamento...
Apetecia-me uma coisa boa mas não sei o que...
Estou chata e rabugenta...
Só tenho vontade de sair mundo fora a dar lapadinhas na tromba de algumas pessoas...
No meu pensamento só passa "oh Deus pelas almas"...
Aiiiii...

Resumindo...

Estou a ficar velha, só pode, não encontro outra justificação para o meu estado.

23 de outubro de 2014

Música do dia...



Txiii... olha que dupla.

22 de outubro de 2014

De letra esta o mundo cheio...

Anda um senhor na clinica à 3/4 meses... se calhar nem tanto... que diz que foi a um médico que lhe disse que a hemodialise é uma farsa que o cura, que ele não precisa da hemodialise para nada, quando ele comentou isso comigo eu disse-lhe "vá lá homem se resultar depois diga-me que eu vou lá também" e ele ficou a olhar muito sério para mim.
Estes dias voltou à carga a dizer que a hemodialise não é necessária para nada que aquilo é apenas um negócio... aquela letra toda que mais parecia um garnisé a querer cacarejar... então eu perguntei "então e você anda aqui a fazer o que se isto é uma farsa?" lógico que ele ficou a olhar e eu disse "por acaso alguém o obriga a vir ou lhe apontam alguma pistola?" "Não, não" respondeu-me e eu claro voltei à carga "então tente me explicar o porque de você vir para aqui uma vez que isto é tudo uma farsa?"... "Tente me explicar como se eu fosse uma criancinha muito pequenina"... e ele ficou caladinho.
Gente estupida, alguém tem prazer em estar ligada a uma máquina tantas horas e dias por semana e ser picado com agulhas super grossas todas essas vezes? Por experiência própria digo "é horrível fazer hemodialise mas é unica exclusivamente para o nosso bem", ou será que eu... e toda a gente que lá anda... somos assim tão maluquinhos da tola e só vamos para lá simplesmente porque sim?
O senhor me perdoa mas ás vezes tinha vontade de mandar um par de estalos ou um berro ao homem a ver se ele acorda para a vida, se é farsa, se tem quem o cure, força homem siga em frente... letra à muita à só é pena quando "ela" começa a apertar vai tudo aflito para o hospital a correr, essa é que é essa.

21 de outubro de 2014

Coincidências da vida...

Eu adoro ver a série Mentes Criminosas, sou menina para me perder a ver aquilo mesmo que sejam episódios repetidos, acontece que no outro dia enquanto estava a ler o livro "a sangue frio" do Truman Capote num dos episódios do Mentes Criminosas, falaram sobre a tragédia que aconteceu na família Clutter, achei piada porque na altura estava a ler o livro.
Estes dias, comecei a ler o livro "a prostituta de Deus" da Carla Van Raay e encontrei imensas referências as personagens  Dr. Jekyll e a Mr. Hyde, do livro "o estranho caso do Dr.Jeckyll e do Sr, Hyde" de Robert Louis Stevenson, livro esse que li à dias.
E fiquei a pensar "caramba existem coincidências do caraças"... mas será que são mesmo coincidências ou apenas calhou, coisas da vida...  ao que parece não vou conseguir perceber o porque, vou ficar sempre a acreditar nas coincidências da vida. 

20 de outubro de 2014

"O estranho caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde" de Robert Louis Stevenson...


"Um advogado londrino investiga a estranha ligação entre o seu velho amigo, o conceituado Dr. Jekyll, e o perturbante e duvidoso Mr. Hyde.
O comportamento do Dr. Jekyll começa a preocupar os seus empregados e amigos, tanto mais que este, cada vez mais isolado no seu laboratório, recebe frequentemente o intrigante e violento Mr. Hyde.
Temendo pela vida do amigo, o advogado resolve tirar a limpo a história e vai à residência do médico para procurar a explicação para tão bizarro comportamento.
No surpreendente final, o Dr. Jekyll revela que ele e Mr. Hyde são um só, em resultado de uma experiência realizada no seu laboratório. Ao tomar a fórmula, a sua personalidade dividiu-se, ora tomando a forma do amável médico ora a do temível Mr. Hyde."

É um livro que dá muito que pensar.
O que somos?
Como gostaríamos de ser?
Como seria se houvesse uma pessoas que se transforma em duas, uma boa e outra má?
É confuso eu bem sei, mas eu tentei dividir o meu eu em dois... em pensamentos claro... e tentei imaginar como seriam.
Gostei do livro, é pequenino mas muito rico no seu vocabulário e a história do Dr. Jekyll e do Mr. Hyde fez-me pensar muito.
Imaginei tudo e mais alguma coisa menos que seriam a mesma pessoa.
Foi um livro com uma leitura fácil e com uma história muito bem estruturada, entende-se facilmente quando se entra por completo na história.

17 de outubro de 2014

Palavras que me fazem ficar possuída...

"Ai que eu hoje estou tão mal"...
É que o hoje é dia sim dia sim, sempre a mesma conversa, sempre as mesmas palavras, as vezes até dá vontade de enfiar uma lapadinha no meio da cara da pessoa em questão ou então manda-la ir dar uma volta, mas não o que eu faço é cheirar a flor e apagar a vela... ou seja, respirar fundo... sorriu e digo "pois acontece"... mas a minha vontade era outra mas pronto à frente.
Eu bem sei que existe dias em que uma pessoa nãos e sente bem, agora todos os dias a mesma conversa? Pelas almas... poupem-me, que eu até sou uma pessoa com uma enorme paciência mas tudo se quer.
É saturante ouvir todos os dias a mesma conversa, todos os santos dias a mesma coisa.
Arre, que chega a um momento que irrita mesmo... dass... e chego a pensar "devias de ficar mal a sério que era para ver se deixavas de te queixar tanto".

16 de outubro de 2014

Livro a ler # 63...


"Aos dezoito anos, Carla van Raay entrou para um convento a fim de dedicar a sua vida a Deus. Aos trinta e quatro ganhava a vida como prostituta. Durante a sua infância, Carla van Raay viveu um trauma que a modificou para sempre. Carregada com o peso deste terrível segredo, tudo o que ela queria era sobreviver. A vida como freira prometia-lhe um refúgio do mundo exterior. Carla esperava encontrar amor e compreensão num convento. Em vez disso, viu-se inserida num complexo sistema de regras que praticamente a levaram à loucura. Finalmente, liberta dos votos, regressou ao mundo «real».
Um casamento precipitado e a consequente separação deixaram Carla com uma filha para sustentar, com pouca formação profissional, consequência dos anos que viveu como freira, virou-se para outra profissão ancestral - a prostituição. Trabalhou como acompanhante para aprender as bases do trabalho, depois aventurou-se por conta própria, estabelecendo um serviço de massagens. Assim nasceu A Prostituta de Deus. Quando o agreste lado do negócio começou a aparecer, Carla embarcou numa viagem que a levou a revelar o obscuro segredo do seu passado."

Este foi mais um daqueles livros que me chamou a atenção pelo nome, depois li o resumo do livro e pensei "porque não".
E pronto já o tenho comigo, depois de ler as suas 525 páginas, faço post sobre a minha opinião, como sempre.

14 de outubro de 2014

"A sangue frio" de Truman Capote...


"O americano Truman Capote foi um escritor versátil, mas a sua grande obra foi o romance não-ficção A Sangue Frio, que conta a história da morte da família Clutter, em Holcomb, Kansas, e dos autores da chacina. 
Capote decidiu escrever sobre o assunto ao ler no jornal a notícia do assassinato da família, em 1959. Quase seis anos depois, em 1965, a história foi publicada em quatro partes na revista The New Yorker. Além de narrar o extermínio do fazendeiro Herbert Clutter, de sua esposa Bonnie e dos filhos Nancy e Kenyon –uma típica família americana dos anos 50, pacata e integrada na comunidade–, o livro reconstitui a trajectória dos assassinos. Perry Smith e Dick Hikcock planearam o crime acreditando que se apropriariam de uma fortuna, mas não encontraram praticamente nada. Perry era um sonhador. Cresceu de uma forma conturbada e violenta, e achava que a vida lhe tinha dado golpes injustos. Dick, considerado o cérebro da dupla, queria apenas arrebatar o dinheiro e desaparecer. Presos e condenados, ambos morreram na forca em 1965.
A intensa relação que Capote estabeleceu com as suas fontes foi determinante para o êxito da obra. Além de passar mais de um ano na região de Holcomb, investigando e conversando com moradores, aproximou-se dos criminosos e conquistou a sua confiança. Traçou um perfil humano e eloquente dos dois «meninos», como costumava chamar-lhes."

Foi um livro que demorou um bocadinho a ler pelos seguintes motivos: letra mais pequenas do que as que estava habituada e muitos erros... muitos mesmo.
Apesar de ter gostado bastante da história em si... quer dizer falar de mortes de pessoas inocentes nunca é lá muito bonito... mas... a maneira como a história estava contada foi muito boa, gostei muito.
Já pensei imenso sobre esta questão "porque matar pessoas que nunca fizeram mal nenhum, aliás que nem as conheciam?"... e a única resposta que o meu cérebro consegue encontrar é apenas esta resposta... "porque quero, porque me apetece e porque sim, apenas por querer", mas infelizmente essa é a realidade.
Depois, existe quem diga "eu sou incapaz de matar" mas eu penso assim muita gente irá partilhar da minha opinião com certeza "todo o ser humano, num momento de muita pressão ou até de desespero é capaz de matar"... tão simples quanto isto... por isso nunca podemos dizer que "desta água não beberei" pois não se sabe o que o  presente e o futuro nos reserva.
Fiquei um pouco comovida com o que aconteceu à família dos Clutter, principalmente com a Nancy, pelas descrições e da maneira como escreveram, deu-me a entender que era uma miúda super organizada e querida por toda a gente.
Dick e Perry e toda a história das suas vidas foram um pouco fortes para mim, porque apesar de tudo o que possam ter passado, ou sofrido nada justifica a morte, principalmente de pessoas que nem sequer conhecias nem lhes tinham feito nada de mal.
Durante a descrição dos momentos antes do enforcamento desta dupla, confesso que cheguei a "ter pena" deles, por serem tão "pobres" de espirito e de fé... que eu cheguei a um momento e a úncia coisa que realmente queria era que a história acabasse e de preferencia depressa... acho que já não aguentava muito mais, isto é tão raro acontecer, pois costumo a querer sempre mais, que a história dure mais, mas desta vez não foi assim... apesar disso tudo é um ótimo livro, para a primeira vez que li um livro do Truman Capote, fiquei a gostar da maneira como ele escreve.

13 de outubro de 2014

Deus que é Deus não pode com tanto, imaginem eu...

Casa da madrinha, domingo à noite, família junta a festejar anos do primo.
Temas e conversas de tudo aquilo que possam imaginar.
E eis que a minha tia diz:

"É preciso ter cuidado porque ainda se apanha a BULA".

Mary Silva olha para o irmão, para a cunhada, para a mãe, para o T. e ficamos todos com o ar de "ohhhh Deus" e ali continuava a mulher com a BULA para trás e para a frente... nem sei se me deu vontade de rir ou vontade de ir lhe dizer que é Ébola e não a bula. 

10 de outubro de 2014

Tinha que ter um incentivo...

Ontem na clínica...
Conversa com uma das doutoras de lá...

Ela: Então tens caminhado?
Eu: Não.
Ela: E subir degraus?
Eu: Sim quando quero sair e entrar em casa.
Ela: Paraste os treinos porque?

Eu: Sei lá fiquei sem incentivo, comecei a deixar e pronto, fui deixando.

Ela: Mas andavas tão certinha a caminhar e a subir degraus.
Eu: Pois a preguiça é uma coisa horrível.
Ela: Vá então vê se começas a treinar.
Eu: Ei doutora agora não vem o frio, a chuva.
Ela: Não inventes não, volta aos treinos.

Hoje para a minha mãe...

Eu: Estou lixada tenho mesmo que ir caminhar.
Mãe: Andavas tão direitinha não sei porque paraste de repente.
Eu: Preguiça, a mãe de nós todos.
Mãe: Pois isso é verdade.

Hoje fui ao hospital, entretanto lá ao lado tem um lidl fui lá comprar umas coisas, olho e vejo uns casacos de desporto bem interessantes, gostava de um em azul com uns apontamentos em verde, mas não tinha carapuço, logo olhei para este experimentei um que tinha lá fora da embalagem e resolvi traze-lo comigo, pode ser um bom incentivo para começar novamente a treinar, embora eu gostasse que ele fosse mais discreto, mas como só tinha assim e pelo preço que foi, não se pode pedir muito.


Gostam???



9 de outubro de 2014

Livro a ler # 62...


"O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória. 
The Key: Tomás Noronha
A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência. 
Ou morrer a tentar. 
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas. 
Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?
Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência. 
Excerto: A notícia deixou Tomás estupefacto, sem reacção, os olhos vidrados, a boca entreaberta. Já perdera o pai e sabia que um dia perderia a mãe, mas esperava que a coisa levasse mais tempo, fosse mais lenta, que os dias não passassem tão rápido, que o inevitável fosse infinitamente adiado, que a orfandade não o deixasse tão só tão depressa. “Ela…”, balbuciou Tomás, tentando dizer a palavra terrível mas recusando-se a pronunciá-la, só a ideia da morte constituía uma punhalada que lhe era cravada no coração. “Ela…"
E eis que dia 23 deste mês vai sair o novo livro do José Rodrigues dos Santos.
E caso alguém ainda não saiba... fica a saber... que eu adoro os livros dele, pois conseguem sempre deixar-me deliciada com os pormenores todos. Portanto como já podem pro supor vai ser um livro que eu irei ler antes do fim do ano. Já se encontra o pré lançamento na Wook... é só clicarem no link já sabem... estou tão entusiasmada que até posso confessar que foi um momento de felicidade quando eu vi que havia um novo livro.  

8 de outubro de 2014

Sobre o livro "A sangue frio"...


A história em si está a ser boa, mas o livro é terrível, esta versão que tenho é só erros, uns atrás dos outros... as tantas cheguei a pensar que já estava a ver mal demais mas afinal não são mesmo erros, muitos mesmo... que depressividade. 
Sim o livro que tenho é igual ao da imagem...
Bem hoje é quarta-feira e apesar de ter saído para ir fazer análises decidi que já não saiu o resto do dia, é que nem quero saber de mais nada, estou aqui estou é a fazer o resto do programa de quarta-feira que inclui não fazer quaseeee nada, ler blogs, comer pão com manteiga torrado e beber chá preto... assim sendo então até já... vou só ali ler os vossos blogs.

7 de outubro de 2014

Preciso urgentemente...

De uma quarta-feira ou sexta-feira de preferência sem ter que sair de casa por nenhum motivo, estou demasiado cansada, só preciso de paz, sossego e da minha casinha.. isso, apenas isso. Sinto-me pior do que uma vela acesa, parece que a qualquer momento vou apagar de vez, sinto-me tão esgotada. 

5 de outubro de 2014

Desabafo...

Tenho andado cansada de pensar num assunto em que supostamente deveria decidir, mas não consigo... ir para a lista de transplante ou não. 
A maioria dos médicos dizem-me que é um risco muito grande, muito mesmo, mas eu gostava tanto de poder ver-me livre da máquina de hemodialise nem que fosse por 2/3 anos, mas sei que se tivesse outra recaída não iria suportar tal coisa e compreendo que se calhar até é melhor andar assim como ando com os tratamentos e bem controladinha, mas depois penso "caramba eu ainda sou nova, tenho que levar o resto da minha vida nisto, não sei se aguento".
Constantemente acordo sempre de um sono confuso, cansado e deprimente e penso "costuma-se dizer que à terceira é de vez, por isso Mary Silva já tiveste 3 tentativas bem sucedidas, não queiras experimentar a quarta porque ninguém consegue ter a sorte de não morrer tanta vezes". 
E é tão verdade este meu pensamento, ninguém consegue ter tanta sorte assim, eu que sempre disse que não me importo de morrer, que nos dias em que mais sofro desejo que isso aconteça, mas agora no meio do risco e de tantas opiniões onde só passa na minha cabeça em rodapé as palavras de alguns médicos "és uma doente de risco elevado não queiras se quer tentar", os meus pais também dizem que o melhor é eu continuar com a hemodialise e esquecer essa história de um novo transplante.
Sinto-me perdida, sem rumo, sem saber o que fazer...

2 de outubro de 2014