26 de janeiro de 2016

Frase do dia ou melhor novo lema de vida...

"Atinge-os no ponto mais fraco. Sê uma guerreira"

25 de janeiro de 2016

Coisas que AINDA me surpreendem...

Sábado estava a fazer tempo para entrar para a clínica e vejo uma cena que nem sei se acho piada, se acho estúpida, ou o que é que acho.
Uma das minhas colegas de turno que vem de táxi, chegou à clinica e simplesmente não saiu do táxi, até o senhor motorista ir abrir a porta.
Até podem estar a achar uma coisa completamente normal, mas eu não acho e passo a explicar o porque.
Primeiro a senhora é completamente independente.... existem casos em que os taxistas têm que ajudara o doente a sair porque este tem alguma dificuldade, mas não é o caso, segundo fiquei pasmada, acho que é a palavra certa com o ar de superioridade da senhora enquanto não lhe foram abrir a porta e terceiro com a mania e mais uma vez superioridade com que saiu do táxi e olhou para o motorista.
Ora f.....dasss, a sério???
As pessoas conseguem ser assim tão mesquinhas?
Eu andei tempos e tempos de táxis e chegava à porta da clínica e saia não precisava de estar a fazer-me de sua alteza e exigir que o taxista me abrisse a porta caramba, a sensação com que eu fiquei é que esse tipo de pessoas sentem-se importantes a fazer isto, sentem-se mais que os outros.
Desculpem lá mas isto para mim são pormenores de gente com excesso de mania, que pensam que são mais que os outros, sinceramente é o que eu penso.

24 de janeiro de 2016

"As flores de lótus"... de José Rodrigues dos Santos...



"Pode uma ideia mudar o mundo?
O século XX nasce, e com ele germinam as sementes do autoritarismo. Da Europa à Ásia, as ondas de choque irão abalar a humanidade e atingir em cheio quatro famílias.
Inspirando-se em figuras históricas como Salazar e Mao Tse-tung, o novo romance de José Rodrigues dos Santos conduz o leitor numa viagem arrebatadora que nos leva de Lisboa a Tóquio, de Irkutsk a Changsha, do comunismo ao fascismo o que faz de As Flores de Lótus uma das mais ambiciosas obras da literatura portuguesa contemporânea."

Pois bem, não adorei este livro, aliás num post anterior manifestei o meu desagrado no que diz respeito ao excesso de comunismo e socialismo.
Tendo em conta que sempre adorei os livros do José Rodrigues dos Santos, este deixou-me um pouco desiludida.
Lá para o meio estava a ver que não ia conseguir ler até ao fim, mas depois de um pequeno esforço lá consegui acabar o livro, o problema é que as histórias ainda não acabaram uma vez que vai existir outro livro para concluir este... mais um bocado de palha sobre o socialismo e o comunismo.
Das quatro histórias deste livro... do Artur, do Fukui, da Lian-hua e dos Skuratov, aquela que eu estava a gostar mais era a do Fukui, não vou negar que tenho alguma curiosidade em saber como vai acabar mas o segundo livro "O pavilhão púrpura" ainda não saiu, logo ainda me dá margem para pensar bem se quero ler esse segundo livro ou não, até lá tenho aqui vários livros em fila de espera.

22 de janeiro de 2016

Depois diz que eu sou esta e aquela...

Hoje ao meio da manha o meu afilhado mandou uma sms a dizer que precisava de um favor, perguntei o que queria e ele disse "ah esta a faltar um professor e vou ter três horas seguidas livres, podias trazer a bola cá à escola que como recompensa pago-te um almoço no mac no dia dos meus anos e faço-te uma massagem aos pés".
A verdade é que a parte que me provocou um certo riso foi mesmo a RECOMPENSA... colocou assim em maiúsculas e tudo.
Falei com a mãe dele e lá fui levar a bola ao rapaz, agora é só esperar pela recompensa... a verdade é que quando vamos ao mac quem acaba sempre por pagar sou eu mas pronto à frente, vale pela intenção.

21 de janeiro de 2016

Leituras de 2015...

Comparado com o ano de 2014... sim porque foi só a partir deste ano que comecei a tomar nota destes pormenores... foi um bocadito mau, li apenas 6052 páginas, quando em 2014 tinha lido 8078, ou seja li menos 2026 páginas e a culpa foi de quem? Do tablet pois claro, vi filmes e séries até não poder mais, logo perdi algumas horas de leitura, mas pronto não se pode ter tudo na vida, vamos lá ver se este ano consigo ler mais umas páginas.

19 de janeiro de 2016

"A queda de Wall Street"...


Enquanto existir e me lembrar do que passei no domingo, jamais irei voltar a escolher um filme apenas porque tem uns atores "engraçados".
Pois foi esse um dos critérios que me fez escolher este filme.
Não é que o filme seja mau, porque não é... é muito longo e técnico, pensava que era algo mais "ligeiro" e não foi o caso.
Portanto, nunca mais caiu nessa das caras bonitas que fazem o filme o que preciso mesmo é de uns filmes mais interessantes, bem sei que este é um filme muito interessante, pois retrata um tema da nossa sociedade, mas sinceramente para mim foi uma grande seca, se não fosse a vergonha tinha tirado um ronco como o senhor que ficou ao meu lado... brincadeirinha essa de eu tirar um ronco, que eu não ando a pagar bilhete para ir dormir, para isso fico em casa.

16 de janeiro de 2016

Aiii que gente chata...

Dão cabo da minha paciência, estão sempre a chatear, se esta gorda, esta gorda, se esta magra esta magra, se esta branca ai coitadinha que não tem cor, se esta mais para o amarelita, ai estas doentinha... o pessoal aqui na aldeia é do piorio, sempre a meterem o nariz onde não são chamados.
Não existe um santo dia que eu saia de casa que não exista uma alminha perdida pronta para me infernizar.
Vou com a minha mãe ao cemitério enfeitar vem logo o coveiro "olha como tu estas, eles não te dão comida? Se continuas assim um dia destes vais à tua vida, mas olha que eu já disse, posso abrir a cova mas não te deito terra em cima, nunca na vida te enterro" eu olho para ele, confesso que até me dá vontade de rir e digo "mal corre se você não vai primeiro" e ele lá se ri e deixa-me em paz. 
O que vale é o meu excesso de humor e mau feitio se não estava desgraçada.

15 de janeiro de 2016

Calma rapariga...

Ando a ler o livro "A flor de lótus" do José Rodrigues dos Santos, sempre adorei a escrita dele, mas desta vez no meio do livro aquilo esta a ser uma seca infernal, só fala de socialismo e comunismo.
Hoje ao falar com a rapariga da mercearia que esta a começar a ler, para minha surpresa ela informa-me que ainda existe a continuação da história num outro livro que se chama "O pavilhão púrpura", só sei que naquele momento me saiu um "aiiii".
Ela como sabe que eu gosto muito dos livros dele ficou muito séria a olhar para mim, expliquei então que este livro por enquanto não estava a dar-me aquela alegria e incentivo que costumava ter, ao que ela me responde "bem me parecia que não era só eu que estava com essa opinião.
Afinal digo o mesmo, não sou só eu a sentir-me "em baixo" com este livro, pode ser que a coisa anime e vá mudando... a esperança é sempre a última a morrer.

13 de janeiro de 2016

Contra a dor de dentes...

Algures em Novembro quando fui ao cabeleireiro... vou todos os meses sim, também não sou assim tão desleixada... nesse dia estava com uma dor de dentes horrível, mas como tinha sido operada à pouco tempo e não convinha parar a medicação do sangue fui aguentado.
Nesse dia comentei na cabeleireira o facto de não aguentar a dor mas que agora não podia ir para o dentista, diz ela muito depressa "olha antigamente a gente quando tinha dores de dente colocava uma pedra de sal grosso no dente que doía e aquilo aliviava" eu sorri e vim embora a verdade é que já andava com dores à dias e experimentei e não é que a coisa resolveu... para meu grande espanto a pedrinha de sal grosso fez mesmo efeito e sim eu sei que faz mal mas foi só um bocadinho.
Eu se não experimentasse nem acreditava, mas a verdade é que funcionou.

11 de janeiro de 2016

Adoro...

Pessoas com excesso de moral, por acaso adoro mesmo.

8 de janeiro de 2016

Como foi 2015...

O ano corria muito bem , dentro do que é normal aqui em casa andávamos controlados a nível de saúde e tudo corria relativamente bem até meados de Junho.
Em Junho fui fazer os exames anuais que a clínica de hemodialise manda, ecografias, rx, ecg, coisas deste gênero e foi num desses exames que o médico me disse que havia algo estranho no meu rim que está atrófico e parado à anos, o médico foi ver o exame do ano anterior e não havia nada tinha aparecido alguma coisa mas que não conseguia precisar bem o que era através da ecografia, solicitou à médica que me seguia um tac e assim foi, fui fazer o tac e pensava eu que era um quisto uma coisinha de nada, longe de mim pensar que tinha um tumor e muito menos me passava pela cabeça que pudesse ser maligno nesta altura já estávamos em Setembro.
Em finais de Julho a minha mãe caiu no trabalho e magoou-se num braço, partiu um tendão e começou logo a fazer fisioterapia.
Quando veio o resultado do tac a minha doutora apenas me disse que ia solicitar uma consulta de urgência de urologia só para pedir a opinião, não me informando sequer do que se passava ou deixava de passar, mas eu já tinha tido acesso ao resultado do tac e confesso que estava confiante que ia estar tudo bem, quando li o resultado fez-me muita confusão e fiquei bastante transtornada, além de que escondi o que se passava de toda a gente.
Ainda hoje é o dia que me debato comigo mesma a perguntar como é que é possível uma pessoas tão controlada a nível de saúde como eu e aparecer assim estas coisas... nunca consegui, nem consigo obter uma resposta para esta minha questão.
Fiz as consultas de urologia o médico disse logo que era para tirar com urgência o problema é que eu tenho mais problemas de saúde principalmente no coração e não podia ser operada assim de repente sem fazer mas uma remessa de exames pré operatórios, comecei a ir mais vezes ao hospital e os meus pais começaram a desconfiar, na altura disse apenas que tinha qualquer coisita que era necessário tirar mas nada de grave, para tentar fugir à situação pois a minha mãe também não andava muito bem e eu não queria carregar ninguém.
A 20/10 a minha mãe foi operada ao ombro e nessa altura eu já tinha os meus exames todos prontos para ser operada mas resolvi adiar a consulta final, a minha mãe precisava de mim para tudo não podia fazer nada, adiei a consulta 3 vezes, um dia recebi um telefonema do hospital a diz dizer que necessitavam que eu lá fosse para me explicarem uma coisa, e lá fui eu no dia 23/10 de manha, surpresa a minha quando lá chego e aparece o meu médico, uma  pessoa fantástica mesmo, que me disse "até que enfim, anda a fugir é? Isso é tudo medo? Hoje já não sais daqui vou operar-te terça-feira... 27/10... e ficas já a fazer medicação", apanhou-me assim surpresa afinal na terça era a consulta final que eu tinha prometido a mim mesma que não ia alterar.
Foi preciso um pequeno debate para convencer o médico a deixar-me vir a casa buscar as minhas coisas e no meio de mais um monte de papeis assinados lá vim eu a casa.
Tinham informado que o internamento seria de 4 dias a verdade é que foram 20 dias, uns dias depois da operação quando eu achava que me estava a sentir melhor, num domingo à tarde comecei a sentir frio, arrepios, mal conseguia respirar mas fiquei na minha sem me manifestar.
A minha mãe, como qualquer mãe que se importa todos os santos dias verificava o local dos pensos, tinha uma pisadura pequenina mas nada por aí além, nesse domingo ela ficou um pouco aterrorizada pois tinha grande parte da barriga e das costas toda negra, ela comentou com um dos enfermeiros que desvalorizou a coisa, depois apareceu uma médica que conheço e a minha mãe voltou a comentar o assunto e aí a médica desatou a correr para a enfermaria e em minutos estavam várias médicas e enfermeiros à minha volta, o que estava a acontecer era que eu tinha uma hemorragia interna enorme, depois de muitos exames concluíram que além da enorme hemorragia interna ainda existia mais outro hematoma, ou seja eram dois, e estava com uma infecção respiratória, andei uns dias a morfina, oxigênio e antibióticos.
E assim se foram passando os dias um atrás do outros, agora cada vez que olho para o assunto com atenção tenho plena noção de que se não fosse a minha mãe já cá não estaria... sim houve um médico que admitiu isso que se demorassem mais tempo a dar conta do sucedido as coisas podiam ter corrido bem pior.
Graças a estas trapalhadas todas sinto que algo mudou em mim, sinto-me mais calma, mais tolerável com os outros, parece que tenho uma paciência infinita, quando algo ou alguém me chateia eu só respiro fundo e penso "calma, muita calma".
E pronto agora estou bem, lá para o Abril vou voltar a fazer exames a ver se não ficou nada perdido no que diz respeito ao tumor.
Outras das coisas boas de 2015 é que consegui chegar aos 55kg, desejava imenso alcançar este peso e finalmente consegui... tendo em conta que cheguei a pesar 70kg.
Praticamente foi isto que marcou o meu ano de 2015, apesar destes momentos menos bons o resto compensou e muito.

6 de janeiro de 2016

2016 e as mudanças...

Mal começa o ano e começam as mudanças, acabaram-se os ajuntamentos semanais... ao domingo à noite... em casa da minha tia... atenção que cada semana era uma irmã a levar a comida... por mim e para ser sincera ainda bem que isso aconteceu pois já andava farta de  lá ir, para a minha mãe foi algo inesperado mas pelo que estou a ver esta a adaptar-se lindamente.
Por vezes custa cortar, mas é o melhor, pois as pessoas começam a abusar da paciência e da boa vontade.
Agora andam a atirar as culpas umas para as outras e nós cá de casa até achamos uma certa piada pois estamos na plateia a assistir ao circo.
Portanto 2016 continua assim como estas a iniciar e dá-nos saúde, muita saúde, boa disposição, sorrisos, solidariedade, compreensão, amor, carinho e mais alguma paciência para aturar algumas pessoas.