Avançar para o conteúdo principal

"Um dia naquele inverno" de Sveva Casati Modignani...

 


"Numa grande mansão, às portas de Milão, vivem os Cantoni, proprietários há três gerações da homónima e prestigiada fábrica de torneiras.
Aparentemente, todos os membros da família levam uma vida transparente, mas, na realidade, todos eles escondem segredos que os marcaram; existem situações que, ainda que conhecidas por todos, permanecem um tema tabu. Omite-se até a loucura de que sofre Bianca, a matriarca desta dinastia.
Um dia, entra em cena Léonie Tardivaux, uma jovem francesa sem dinheiro e sem parentes, que casa com Guido Cantoni, o único neto de Bianca. Léonie adapta-se bastante bem à rotina familiar, compreendendo a regra de silêncio dos Cantoni. Isso não a impede de ser uma esposa exemplar, uma mãe atenta e uma gerente talentosa, que, com bastante êxito, conduz a firma pelo mar hostil da recessão económica. No entanto, também ela cultiva o seu segredo, aquele que todos os anos, durante apenas um dia, a leva a largar tudo e a refugiar-se no Lago de Como.
Mais uma vez, Sveva Casati Modignani cativa o leitor com uma saga familiar que atravessa quase um século da História de Itália, dos anos 20 até aos dias de hoje, colocando em cena personagens encantadoras: homens inteligentes, autênticos e perspicazes, que têm ao seu lado mulheres fortes e inigualáveis, capazes de os aconselhar e apoiar."

Sem dúvida nenhuma que foi mais uma história fantástica da Sveva Casati Modignani.
Por muitos livros que leia dela, todos eles conseguem sempre surpreender-me e este não foi excepção. 
A história da família Cantoni, em especial de Léonie foi qualquer coisa de fantástico, mágico mesmo.
Existem momentos em que me deu vontade de viver a história.
Consegui absorver as emoções, sentimentos, momentos menos bons, as viórias, enfim tudo, como se estivesse a ver a tudo o que estava a ler a acontecer à minha frente.
Simplesmente amei este livro.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Música dos últimos dias...

"É Urgente Amar" de Pedro Chagas Freitas...

  "O novo romance do autor bestseller. Nem todos os erros são errados. Foi o que ele lhe disse, as lágrimas de um nas lágrimas do outro, a janela do quarto do hotel aberta, os corpos suados à procura do repouso depois da loucura. É impossível ter-te mas é inaceitável não te ter. Ela limpou com a parte de trás da mão uma das suas lágrimas, depois com a boca as lágrimas dele, o vento a empurrar as cortinas do quarto, alguns segundos do mais doloroso dos silêncios. Destruía a minha vida toda por ti porque sei que sem ti tenho a minha vida toda destruída." Foi a primeira vez que li um livro do Pedro Chagas Freitas. Anteriormente apenas lia, algumas frases ou pequenos textos que ele ia publicando. Como o tema é o amor, nunca foi algo que me atraiu muito, até que fui desafiada por uma enfermeira amiga a ler este livro, que é dela. E li, li até ao fim, fez-me pensar muito, de todo o livro existiram dois textos que gostei imenso, os quais me identifiquei verdadeiramente, era como se ...

Sinto-me confusa...

Vou falar de blogs... As vezes leio coisas na blogosfera, nos jornais, na net em sim, emfim em vários meios de comunicação, sobre pessoal que tinham um certo nível de reputação, pessoas admiráveis pelo que praticavam e eram. De repente parece que perderam tudo em prol da fama, se calhar humildade nunca a tiveram, eu é que tenho sempre a mania que todos são boas pessoas. Outras pintam cenário de um degredo fora de série e quando tu estas a ler pensas "eu estou cansada psicologicamente e fisicamente, mas esta está completamente perdida, perdeu a noção de tudo só pode". Faz-me uma certa confusão alguns testemunhos que leio, é certo que se me faz confusão o problema é meu mesmo, mas caramba é possível o ser humano ser assim? Mudar assim tanto e para pior? Ahhh sinceramente não sei não.  Mas ainda existem bons blogs, boas pessoas, o que torna o mundo da blogosfera bem melhor sem qualquer dúvida, são poucos, mas existem.