25 de outubro de 2013

"O diário de Anne Frank"...


"Anne era uma rapariguinha de uma família judaica de Francfort que se refugiou na Holanda para escapar às perseguições nazis. Invadido este país, a família esconde-se com outras pessoas num "anexo" de uma casa, onde, protegida por gente corajosa e dedicada, consegue viver largo tempo sempre no terror de ser descoberta. Acabou por sê-lo. E o diário de Anne foi encontrado por acaso num monte de papéis velhos. Anne veio a morrer no campo de concentração de Bergen-Belsen. Mas o diário que essa rapariguita escreveu é, na sua perspicácia e na sua desenvoltura adolescente, um documento, um autêntico documento humano - e, só pelo facto de existir, um protesto contra as injustiças do mundo em que vivemos."


Gostei imenso do livro apesar de ter tido um final triste. 
Deu-me vontade de ter um diário, mas depois pensei que já não tenho precisamente idade para essas coisas, afinal os anos já começam a pesar. 
Viajei, sonhei, ri e tive vontade de chorar, em cada passagem escrita por Anne, foi uma luta, uma grande luta que infelizmente não teve o seu melhor final.
Enquanto li o livro muitas vezes pensei que não conseguiria passar dois dias naquele ambiente quanto mais tanto tempo como passaram.
A vida é assim, por vezes complicada e outras vezes ingrata, para que tanta luta, tanto sofrimento, tanta gente morta, tanta gente que continua a lutar pelos seus direitos e no fim, no fim muitos morrem apesar da sua luta pela liberdade e pelos seus direitos... confesso que fiquei um pouco mais depressiva com o final do livro, do que já estava.