24 de outubro de 2016

"Vaticanum" de José Rodrigues dos Santos...


"Um comando do estado islâmico entra clandestinamente no Vaticano e o Papa desaparece. Horas depois surge na internet um vídeo em que os terroristas mostram o Sumo Pontífice em cativeiro e fazem um anúncio chocante: O PAPA SERÁ DECAPITADO EM DIRECTO À MEIA-NOITE. O relógio começa a contar. O rapto do Papa desencadeia o caos. Milhões de pessoas saem à ruas, os atentados sucedem-se, mutiplicam-se os confrontos entre cristãos e muçulmanos, vários países preparam-se para a guerra. 
Apanhado no epicentro da crise quando trabalha nas catacumbas da Basílica de São Pedro, Tomás Noronha vê-se envolvido na investigação para descobrir o paradeiro do Papa e cruza-se com um nome enigmático: OMISSIS. A pista irá conduzi-lo ao segredo mais sombrio da Santa Fé.
Usando informação genuína para nos revelar o que se esconde nos bastidores do Vaticano, o escritor preferido dos portugueses está de regresso com o thriller do ano. Com Vaticanum José Rodrigues dos Santos mostra mais uma vez por que razão é considerado mestre do mistério real."

Ora vamos lá então falar sobre este livro.
Gostei, mas... houve ali umas partes esquisitas.
Gosto do tema Vaticano, porque já lá estive e gostei muito.
Sabia que existia umas falcatruas quais queres para lá, só não tinha noção que fossem assim tantas.
Fiquei a conhecer um pouco mais sobre a jihad e essas coisas da xaria sagrada e de pagar a jiziah não tinha conhecimento destes pormenores.
Sempre ouvi falar no paraíso de Alá, só não sabia que se chamava jannah e verdade seja dita acho que eles são mesmo crentes ao pensarem que vão ter lá as virgens de fartos seios à espera deles, mas crenças à parte cada um sabe das suas. 
Quanto ao Tomás Noronha, é um "homem" com sorte a mais na vida e acho que essa sorte nos últimos livros tem vindo a ficar um bocadinho exagerada de mais.
Também aquela parte final em que revela a essência do livro esta um bocadinho exagerada.
Não gostei da intervenção da Maria Flor neste livro, principalmente na parte final, era escusado, digo eu.
Para mim a personagem com mais humor desta história sem dúvida nenhuma que foi o inspetor Trodela. 
Não sei se estava com a fasquia elevada demais, mas sinceramente esperava algo um pouco diferente, houve umas partes ali para o meio que me estavam a deixar um pouco desmotivada mas depois lá começou outra vez a despertar o meu interesse. 
Estava à espera de "mais" não o posso negar.
Ah outra coisa consegui identificar o principal culpado antes do fim,cheirou-me que fosse aquela personagem e fiquei muito contente por ter acertado, não sei se começa a ser o excesso de leituras mas ando a descobrir os maus das histórias muitas vezes.