8 de julho de 2016

"O jogo de ripper" de Isabel Allende...


"Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra.
Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade.
Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde."


Mais um livro da Isabel Allende que gostei imenso.
No início estava um pouco na dúvida se devia ou não ler.
Gostei da história, apesar de existirem ali no meio alguns pormenores que não eram necessários... na minha opinião claro.
Gostei imenso da Amanda e do avo, achei engraçado a definição de jogo do ripper, duvidei sempre do tal Gary Brunswick, não sei existia ali qualquer coisa estranha desde o início, gostei da história e da personagem da Indiana.
É um livro fácil de ler simples mas encantador, realmente esta escritora caracteriza tão bem as suas personagens que chega a dar-me a sensação que as conhecia de algum lado.
Leiam que é uma história interessante e bonita, que capta a atenção do início ao fim.