30 de novembro de 2017

"Primeiro romance" de Mazarine Pingeot...


"Agathe é uma jovem parisiense licenciada em Filosofia que rege a sua vida pela mais completa liberdade. Ela e o seu amigo Victor, com quem vive, formam o núcleo de um pequeno grupo boémio, uma elite intelectual oriunda de diversas camadas sociais. Os dois cultivam a paixão de criarem novos mundos e de inventarem novas regras: mas se Agathe consegue impor às suas paixões um rígido código de honra, já Victor se sente dilacerado entre o amor por Agathe e o amor por Susana, uma mulher mais velha, casada e com filhos, que conheceu em Londres. Uma mulher por quem Agathe, finalmente, será ela própria seduzida, só então descobrindo, numa espécie de passagem da adolescência para a maturidade, o que é impossível ser-se fiel e livre ao mesmo tempo."

Inicialmente não estava a achar grande piada, uma vez que falava muito nas exageradas noites, recheadas de drogas, excessos de bebida, entre outras coisas.

Houve um momento em que quase desisti de ler o livro, mas mesmo assim insisti e ainda bem que o fiz, porque entretanto a história começou a ficar bem mais interessante.
Conforme ia lendo sempre pensei que a Agathe iria envolver-se com Hadrien, traindo assim Victor, mas não foi o que aconteceu foi Victor envolver-se com Susana.
E eu a pensar que Victor nunca a aí trair.

Gostei imenso da relação de  Agathe com o pai e a tia Cécilia. 

Este livro mostra-nos como a nossa vida pode mudar por completo em minutos e como temos que lutar para nos adaptarmos a ela.

Resumindo gostei da história apesar daquela fase inicial exagerada.