5 de novembro de 2011

Conversa de cemitério...

Que fique aqui bem esclarecido que eu ouvi a conversa porque a dita senhora que vou designar por A estava a falar em bom som para a dita senhora B, diga-se que eu e a minha mãe estavamos a metros das senhoras... então era a A a falar para a B e eu a falar para a minha mãe a comentar a conversa.






A: Sabes quando a minha filha acabou o curso arranjou logo emprego.
B: Olha é muito bom, porque hoje em dia é muito dificil para arranjar emprego.
Eu: olhei para a minha mãe e disse "pudera com o pai a trabalhar na camara não ia arranjar tacho para a filha".



A minha mãe: olhou para mim e disse "deixa-te de ser assim não deve estar nada a trabalhar com o pai".



Eu: sorri e disse "quanto apostas ah?"



A: Sabes que a minha filha casou-se o ano passado, então tinha um salão grande em baixo que antigamente era onde estavam os bois e depois de nós reconstruirmos a casa ficou um salão, então fiz lá casa para a minha filha paguei tudo tudo a casa toda e todo o casamento, vestido comes e bebes e tudo.
B: Isso é que foi uma ajuda mas ela também é filha única se tens que ajudar alguém era ela.
A: E é melhor assim ela está perto de nós e leva o pai de manha com ela no carro que ela trabalha com o pai e tudo.



Eu: olhei para a minha mãe e disse, "viste viste nem é preciso ser bruxa para adivinhar tal coisa tu não apostas-te comigo porque já sabia que eu ia ganhar."






Conclusão, lamento tanto não conhecer o Sr. Cunha, tenho a certeza que também ia adorar ter um emprego na camara ou numa das 11 empresas que foram criadas e as quais pertencem à camara, mas lá está não conheço o Sr. Cunha olha paciência.