25 de novembro de 2011

E depois, tem dias assim...

... em que até acordei relativamente bem disposta, mas quando fui levantar os meus exames e abri os envelopes com os resultados a boa disposição, o sorriso desaparecem num instante e apenas fica instalado o silêncio, a vontade de querer chorar e não poder... por ter a mãe ao lado... a vontade de rasgar aquilo tudo e não ter que mostrar a nenhum médico, porque já sei o que vão dizer, o querer fugir e o desaparecer e refugiar-me apenas numa pessoa que em tempos odiei profundamente, porque como por magia hoje telefonou-me logo hoje... sim, porque eu não tenho o número dessa pessoa, diz que com o tempo me dará... que eu precisava de alguém para me distrair, coincidência ou destino não sei mas últimamente essa pessoa anda a acertar nos dias em eu preciso de falar com alguém. Nunca pensei que a pessoa que mais amei neste mundo e que depois me fez sofrer tanto, me fez odia-lo profundamente ao fim destes anos todos, depois de tudo o que aconteceu consigamos ter uma conversa por telefone, tão calma e agradavel... acho que vou passar a vir a ser surpreendida pela pessoa em questão, negativamente certamente não será porque pior do que já foi não será mais certamente.