26 de novembro de 2011

Sobre dar um tempo...

Se não me falha a memória a S. do blog as minha pequenas coisas, lançou um dia destes um post sobre este tema, lembra-me que li os comentários e as opiniões foram variadas. Pois bem, eu sou da opinião que quando é necessário um tempo numa relação, esse tempo, deve ser dado... eu mesma já o pedir apesar de ter estado vários minutos a argumentar o porque da minha decisão, no final de contas a pessoa em questão das duas três ou não sabe o que é dar um tempo ou fez de conta que não entendeu e eu estive simplesmente vários minutos a falar para a central. Já falei nesse assunto, primeira e segunda vez, sempre que toco no assunto a resposta vai pelos caminhos do "ahhh e tal" e acaba por não se concretizar. Só Deus sabe, o como eu ando, farta e cansada disto tudo, como eu quero e preciso de um tempo só para mim, que eu não sou como muitas das outras raparigas, que andam sempre em cima dos namorados, detesto aqueles nomezinhos que chamam uns aos outros, detesto que uma relação crie uma rotina, sabado é dia de sair...no meio do desastre da minha vida graças a deus que ao sabado à noite tenho tratamentos se não ficava tola, domingo é dia de sair, mas por que raio é que eu tenho que sair, porque raio é que eu tenho que estar com aquela pessoa só porque é sabado ou domingo e é dia de sair... porque???? Porque??? Eu não gosto eu não sou assim, eu tenho os meus problemas, tenho que os enfrentar sozinha... porque eu assim quero, enfrentar sozinha... mas algumas pessoas não compreendem isso... depois detesto que me encostem entre a espada e a parede com actos ou palavras. Teria muito para dizer à cerca disto, mas resumindo e concluindo eu quero, eu preciso de estar sozinha, e por muito esforço que eu faça a outra pessoa em questão não compreende isso e acaba por me irritar profundamente, porque eu estou a pedir um tempo para mim, por mim e não para me envolver com outra pessoa, é assim tão dificil de compreender que nem todos somos iguais, que cada um de nós tem necessidades diferentes e que eu faço parte do grupo de pessoas com necessidades diferentes e especificas, e que se continuo a ser encostada à parede como estou a ser as coisas vão acabar muitissimo mal e vou acabar por explodir e aí sim vai ser um tempo para sempre, porque não houve nem existiu outra opção... Ufff tá tudo dito, tudo o que eu precisava de escrever/desabafar. Alguma alminha consegue compreender-me???